Paulo Rosário Dias afirma ter comunicado a situação à Câmara de Lagos, às autoridades de saúde, ao Património Cultural e à GNR. O autarca pede uma intervenção urgente e a instalação de um gradeamento na entrada do monumento.

O vereador do Chega na Câmara Municipal de Lagos, Paulo Rosário Dias, denunciou esta terça-feira, 21 de julho, uma alegada ocupação do Forte da Meia Praia, imóvel classificado como Monumento de Interesse Público.
A denúncia foi feita através da página oficial do autarca no Facebook. Na publicação, Paulo Rosário Dias afirma que as condições encontradas no local poderão representar um “grave risco de saúde pública” e apela à intervenção das entidades competentes.
Segundo o vereador, já tinham sido identificados sinais de ocupação sazonal do monumento em anos anteriores. A situação agora observada terá, contudo, uma dimensão e um impacto superiores aos anteriormente registados.
As condições descritas na publicação e a presença de pessoas no interior do imóvel não foram verificadas de forma independente.

Paulo Rosário Dias refere ter comunicado a situação, durante o mesmo dia, à Câmara Municipal de Lagos, à delegada de saúde pública, aos serviços do Património Cultural e à Guarda Nacional Republicana.
O autarca defende uma atuação imediata para garantir a segurança das pessoas, proteger o património público e evitar novas ocupações. Entre as medidas propostas está a instalação de um gradeamento no portal de entrada do forte.
Na publicação não são indicadas eventuais respostas das entidades contactadas nem avançadas informações sobre possíveis diligências no local.
Oficialmente designado Forte da Meia Praia, o monumento é também conhecido como Forte de São Roque. A fortificação foi construída na segunda metade do século XVII para integrar o sistema defensivo da Baía de Lagos e encontra-se classificada como Monumento de Interesse Público. Património Cultural.














