No âmbito da iniciativa ‘Lausperene Diocesano’, os fiéis vão rezar para que surjam mais padres e outros religiosos na Igreja Católica, em Portugal.
José Manuel Oliveira
Agentes da Esquadra de Lagos da Polícia de Segurança Pública (PSP) garantem a segurança à porta da Igreja de Santa Maria, situada na Praça do Infante Dom Henrique,nesta cidade, entre as 21h00 deste sábado, 26 de Outubro de 2024, e as 08h30 do dia seguinte, domingo, 27. Trata-se de um período destinado a uma cerimóniainserida no ‘Lausperene Diocesano’, adoração permanente ao Santíssimo Sacramento, no âmbito da Oração pelos Seminários em Portugal, em prol de vocações sacerdotaispara que surjam padres e religiosos no país. A iniciativa terminará com a denominada ‘oração de Laudes’, como forma de louvor a “benefícios de Deus em um novo dia que se levanta”, indica a religião católica.
Boletim Paroquial de Lagos, do mês de Outubro de 2024, da responsabilidade da Fábrica da Igreja de Santa Maria, informa: “Haverá policiamento à porta da Igreja para garantir a segurança de todos”, durante a oração permanente que se prolonga ao longo da madrugada
“A oração prolonga-se durante toda a madrugada. Haverá policiamento à porta da Igreja para garantir a segurança de todos”, informa o Boletim Paroquial de Lagos «Boa Nova», do mês de Outubro de 2024, sob a responsabilidade da Fábrica da Igreja de Freguesia de Santa Maria.
Eucaristia solene na Praça do Infante Dom Henrique, integrada na Festa de São Gonçalo de Lagos, seguida de procissão, pelas 11h.30m., por ruas da cidade, com a imagem do Padroeiro
Às 08h30m. de domingo, dia 27 de Outubro de 2024, terá lugar naquela igreja o encerramento do LauspereneDiocesano, com a já referida oração de Laudes. Já pelas 10h30m. será celebrada uma eucaristia solene, ao ar livre, na Praça do Infante Dom Henrique, inserida na Festa de São Gonçalo de Lagos, a que se seguirá, às 11h.30m., uma procissão com a imagem do Padroeiro por ruas da cidade.
Ainda no âmbito da iniciativa Lausperene Diocesano, está marcada uma sequência de orações na segunda-feira, dia 28 de Outubro de 2024, em todas as comunidades católicas do concelho de Lagos – 06h00 em Espiche, 08h00 na Luz, 10h00 em Almádena, 11h00 em Barão de São João, 12h00 no Sargaçal, 13h00 em Barão de São Miguel, 14h00 em Bensafrim, 16h00 na Igreja de São Sebastião, e 17h00 na Igreja de Santa Maria.
Caso ocorrido com homem embriagado na Missa do Galo, em 2022, na Igreja de Santa Maria, obrigou padres a tomar medidas junto das autoridades policiais
A presença de agentes da PSP de Lagos durante celebrações religiosas nocturnas tem sido notada a partir do momento em que um homem, de nacionalidade portuguesa, em estado de embriaguez e já referenciado pelas autoridades locais, entrou na Igreja de Santa Maria, durante a Missa do Galo, ao início da madrugada de 25 de Dezembro de 2022, chamou por Jesus Cristo e falou mais alto do que o padre, como o ‘Litoralgarve’ já referiu em várias notícias. Nessa noite de Natal, a situação acabou por acalmar com a presença de dois polícias junto à Igreja, onde também se manteve aquele indivíduo, juntamente com vários amigos. O homem não foi detido.
Também durante a vigília pascoa, com a missa da Aleluia, na noite de sábado, 30 de Março de 2024, e a da Ressurreição, já na madrugada de domingo, dia 31, na Igreja de São Sebastião, em Lagos, como o nosso jornal descreveu na altura, dois agentes da PSP garantiram, durante quatro horas, a segurança dos cerca de quatrocentos fiéis presentes na cerimónia, permanecendodurante todo o tempo no pátio do edifício. Tratou-se de um serviço remunerado e a pedido pelo pároco de Lagos, Nelson Rodrigues, de forma a evitar eventuais perturbações no ato religioso.
Pena de um ano de prisão ou 120 dias de multa, com valor a determinar pelos tribunais
Já em Maio deste ano, durante a celebração de Pentecostes, a um sábado à noite, a Igreja de São Sebastião, desta vez sem a presença de agentes policiais, acabou por encerrar as portas a certa altura por questões de segurança, como então apurou o ‘Litoralgarve’. Uma colaboradora da Igreja aproximava-se de quem se dirigia até à porta, perguntando se pretendia sair. Não se registou qualquer problema ao longo dessa cerimónia religiosa.
Recorde-se que a perturbação de um acto religioso poderá ser punida com pena de um ano de prisão ou 120 dias de multa, num determinar pelos tribunais em Portugal.










