Ladrão tenta fugir a agentes da PSP, em Faro, é detido e acaba por ser libertado pouco depois pelas autoridades judiciárias

Estavam, na sua posse, os objetos pertencentes à vítima, que o descreveu e apresentou queixa, assim como mais bens, os quais se suspeitam resultar de outros crimes contra a propriedade, tendo estes sido apreendidos e devolvidos aos legítimos proprietários.

José Manuel Oliveira

Um homem, de 30 anos, foi detido, em flagrante delito, na segunda-feira, dia 06 de Maio de 2024, em Faro, por agentes da Esquadra de Investigação Criminal da Polícia de Segurança Pública desta cidade, “pela prática de um roubo e de outros crimes contra a propriedade”, revela o Comando Distrital da PSP.

Alerta da vítima e descrição sobre o assaltante permitiram mobilizar dispositivo policial e identificar e localizar “breves momentos depois” o suspeito.

Logo após o assalto, na tarde de segunda-feira, a vítima deslocou-se à PSP, referindo ter sido alvo de roubo e descrevendo o indivíduo, autor do crime. “Na posse desta informação, de imediato foi mobilizado o dispositivo policial, tendo o suspeito vindo a ser identificado e localizado breves momentos depois. Aquando da sua localização, o suspeito procurou fugir aos Polícias que, após uma perseguição apeada, o detiveram”, refere o comunicado do Comando Distrital de Faro da PSP, divulgado na tarde de quarta-feira, dia 08 de Maio de 2024.

E adianta: “Na sequência de diligências posteriores, foi possível constatar que o suspeito tinha, na sua posse, os objetos pertencentes à vítima, assim como mais bens, que se suspeitam resultar de outros crimes contra a propriedade, tendo estes sido apreendidos e devolvidos aos legítimos proprietários.” A este nível não foram indicados mais pormenores.

Fica sujeito a “apresentações periódicas em posto policial”, como medida de coação, enquanto aguarda julgamento.

O homem detido foi presente à Autoridade Judiciária, na quarta-feira, “tendo sido decretada a medida de coação de apresentações periódicas em posto policial”, enquanto aguarda, em liberdade, o julgamento pela prática dos crimes cometidos.

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