“As nossas decisões e procedimentos precisam de ser transparentes para todos, para a população e para aqueles que, hoje, são os nossos adversários.”
“Contamos com as sugestões de todos e contamos com todos para “fiscalizar” o nosso trabalho na Câmara Municipal de Aljezur.”
“Tem havido um domínio do PS em muitas das estruturas que determinam os destinos do Algarve, e de Aljezur em particular, e que, na nossa opinião, com uma possível maioria de Câmaras do Chega no Algarve, estamos perante uma oportunidade de mudar os destinos do Algarve e de Aljezur. Vejamos, como exemplo, o Pedido de Reunião dos SEIS MUNICÍPIOS MARAVILHA com o Governo, que ficou sem resposta e muito provavelmente serão remetidos para uma qualquer estrutura regional, possivelmente, controlada pelo PS, quando o Governo e a maioria na Assembleia da Republica são PSD. Ou seja, mais um BLOQUEIO à resolução de problemas que afetam estes seis Municípios – Aljezur, Lagos, Monchique, Odemira, Sines e Vila do Bispo.”
“Os contactos com os eleitores têm ocorrido naturalmente, agradáveis, quer com quem nos apoia, quer com quem não nos apoia e com quem apoia outros. Existe, hoje, mais cordialidade do que se imagina. E essa cordialidade está nas pessoas, mas, de facto, tem-se visto o mesmo por parte dos nossos adversários políticos.”
Sobre os outros candidatos em Aljezur, “em termos pessoais, a minha opinião é EXCELENTE, devido ao facto de sempre me terem recebido com respeito, com camaradagem, com amizade. Em todas as candidaturas, tenho Amigos, desde colegas de turma na licenciatura, a colegas de trabalho na atividade que exerço, a familiares, a amigos de longa data.”
“Em democracia, quem “Opina”, quem “Analisa”, quem “Decide” é o POVO, o Cidadão Eleitor, no dia 12 de Outubro de 2025, Domingo.”
“Estamos perante uma oportunidade única de mudar os destinos do Algarve e de Aljezur”. Quem é diz é Fernando Cortes, de 62 anos, residente na localidade de Sagres, no concelho de Vila do Bispo, e agora candidato do Chega a presidente da Câmara Municipal de Aljezur, em entrevista por escrito ao ‘Litoralgarve’ (as palavras assinaladas em letras maiúsculas são de sua iniciativa), em que conta como surgiu nesta corrida eleitoral.
Destaca os principais problemas existentes neste município de paisagem protegida, inserido no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, e apresenta soluções. Ao nível da segurança, aponta, nomeadamente, para a necessidade da construção de um novo posto da Guarda Nacional Republicana, em Aljezur, devido ao estado de degradação do atual edifício, bem como de proceder a melhorias nas instalações de Odeceixe.
Por outro lado, sem rodeios, Fernando Cortes denuncia o “bloqueio” em “qualquer estrutura regional, possivelmente, controlada pelo PS, quando o Governo e a maioria na Assembleia da Republica são PSD, ou seja, mais um BLOQUEIO à resolução de problemas, que afetam estes seis Municípios Maravilha – Aljezur, Lagos, Monchique, Odemira, Sines e Vila do Bispo”. Tal sucede na sequência de um pedido de reunião apresentado ao Governo e que “ficou sem resposta.” O candidato do Chega à cadeira do poder em Aljezur quer saúde ao domicílio, mais habitação, limpeza da floresta, melhoria da rede viária no interior, mais vagas em creche e o 12º. ano de escolaridade no concelho, entre outras reivindicações.
Paulo Silva
José Manuel Oliveira
Litoralgarve – Como é que surgiu esta sua candidatura a presidente da Câmara Municipal de Aljezur? E como têm sido os contactos com os eleitores?
Fernando Cortes – Obrigado pela questão. A candidatura surgiu por convite do responsável pela Distrital do Chega no Algarve [João Paulo Graça, atual deputado na Assembleia da República – n.d.r.], de quem já tinha sido o número 2 nas eleições autárquicas da Vila do Bispo, nas últimas autárquicas.
Os contactos com os eleitores têm ocorrido naturalmente, agradáveis, quer com quem nos apoia, quer com quem não nos apoia e com quem apoia outros. Existe, hoje, mais cordialidade do que se imagina. E essa cordialidade está nas pessoas, mas, de facto, tem-se visto o mesmo por parte dos nossos adversários políticos.
As pessoas têm o direito de pensar diferente de nós e respeitamos as suas opiniões. No final, depois das eleições, haverá quem ganhe e quem perca, mas, no dia seguinte, todos esperamos contribuir com soluções para resolver os problemas existentes. E é esse respeito por todos que nos permite continuar a interagir positivamente para o bem de todos.
“A avaliação do estado do Município de Aljezur não difere muito de candidato para candidato. Todos concordamos que a situação na estrada de Odeceixe (EN120/IC4) tem de ser resolvida urgentemente. [Com] o IC4 (Variantes a Odeceixe e Aljezur).”
“Todos concordamos que as falhas existem a nível de serviços de Creche, de Saúde, de Lar, de Escolas (nomeadamente a necessidade de Ensino Secundário em Aljezur), Segurança, Posto Territorial da GNR de Aljezur, sem instalações condignas, etc . Da mesma forma que todos reconhecemos que existe em Vale da Telha um problema por solucionar.
Litoralgarve – Que avaliação faz ao estado do concelho? Quais são as lacunas que existem e o que considera haver de positivo?
Fernando Cortes – A avaliação do estado do Município de Aljezur não difere muito de candidato para candidato. Todos concordamos que a situação na estrada de Odeceixe (EN120/IC4) tem de ser resolvida urgentemente. [Com] o IC4 (Variantes a Odeceixe e Aljezur).
Todos concordamos que as falhas existem a nível de serviços de Creche, de Saúde, de Lar, de Escolas (nomeadamente a necessidade de Ensino Secundário em Aljezur), Segurança, Posto Territorial da GNR de Aljezur, sem instalações condignas, etc. Da mesma forma que todos reconhecemos que existe em Vale da Telha um problema por solucionar.
Poderá não ser tão consensual o facto de que o Poder Central e Regional do Estado (PNSACV – Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, CCDRA – Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Algarve, Ministérios da Saúde, Educação, Ambiente, Agricultura, etc.) não têm ajudado como deveriam à solução dos problemas de Aljezur. Ou mesmo divergentes, na forma, tempo e modo de resolução.
As lacunas são várias e apenas referimos algumas, por questões de “Espaço e Tempo”, mas que são “Essenciais” ao pleno desenvolvimento, harmonioso, do Município de Aljezur: Falta de lugares em Creche, Ensino Secundário, Habitação, Acessibilidades (não apenas Costeiras, mas TAMBÉM do interior profundo), Gestão Florestal (Plano Municipal contra Incêndios eficaz, Limpeza da Floresta, Queima Controlada em Áreas Agrícolas, Compostagem, Biomassa, Produção Local de Pellets, Produção de Calor, Vapor, Electricidade, etc’s); Projeto Piloto de Biomassa [Para rentabilização da Floresta (em especial do Micro e Pequeno Agricultor), através de “Sobrantes Florestais” (DL334/90) (BIOMASSA FLORESTAL/SOBRANTES FLORESTAIS, TERRA e MAR]; Reforço da Dinamização dos Produtos de cada Freguesia; Coberturas de Diversos Espaços Desportivos de Clubes, com implementação de Painéis Solares nas mesmas, quer para Aquecimentos de Águas Sanitárias, quer para produção direta de Eletricidade em sistema Off-grid.
O que existe de mais positivo? Aljezur. Mesmo face às dificuldades, o Município de Aljezur continua a ser um sítio fantástico, quer para os locais, quer por todos os que escolheram Aljezur para viver. E, com altos e baixos, há, sem dúvida, trabalho feito pelos anteriores autarcas, durante décadas, que tornou o concelho de Aljezur melhor do que era há 40 ou 50 anos.
“As nossas decisões e procedimentos precisam de ser transparentes para todos, para a população e para aqueles que, hoje, são os nossos adversários. Contamos com as sugestões de todos e contamos com todos para “fiscalizar” o nosso trabalho na Câmara Municipal de Aljezur.”
“Para que tal aconteça, iremos implementar a transmissão em Direto e Diferido das Reuniões da Câmara Municipal de Aljezur, e, esperamos e desejamos, que a Assembleia Municipal de Aljezur nos acompanhe, para que TODOS os interessados nos possam acompanhar através de um simples telemóvel, a partir de qualquer ponto do Globo. Tal como já acontece em Vila do Bispo.”
Litoralgarve – Qual é a primeira medida que tomará se chegar à presidência da Câmara Municipal de Aljezur, no dia 12 de Outubro de 2025, e porquê?
Fernando Cortes – A primeira medida é deixar claro que estamos dispostos a trabalhar com TODOS e que iremos promover a transparência das nossas decisões. As nossas decisões e procedimentos precisam de ser transparentes para todos, para a população e para aqueles que, hoje, são os nossos adversários. Contamos com as sugestões de todos e contamos com todos para “fiscalizar” o nosso trabalho na Câmara Municipal de Aljezur. Para que tal aconteça, iremos implementar a transmissão em Direto e Diferido das Reuniões da Câmara Municipal de Aljezur, e, esperamos e desejamos, que a Assembleia Municipal de Aljezur nos acompanhe, para que TODOS os interessados nos possam acompanhar através de um simples telemóvel, a partir de qualquer ponto do Globo (Pensar Global, AGIR LOCAL). Tal como já acontece em Vila do Bispo (e a partir de 2025 deve acontecer nos SEIS MUNICÍPIOS MARAVILHA).
Litoralgarve – Nos próximos quatro anos de mandato, quais serão as suas principais prioridades? O que garante à população do concelho que irá concretizar?
Fernando Cortes – As prioridades são aquelas já mencionadas acima, nos problemas identificados: RedeViária Interior, Saúde Domiciliária (o Médico desloca-se, não o doente), Lares (Reforço daAssistência Domiciliária), Escolas (Até ao 12º em Aljezur), Segurança, NOVO PostoTerritorial da GNR em Aljezur e Melhoria/Intervenção na Delegação de Odeceixe, Reinícioda Resolução da Urbanização Vale da Telha (que terá de se iniciar na Assembleia daRepublica), Criação de Parques de Caravanismo, em cada uma das 4 Freguesias, maistransferências de competências para as Juntas de Freguesias, com respetivos meiosMateriais e Humanos, Pressão sobre as Entidades Competentes para Intervenções nasLinhas de Água, reforço do Associativismo em parcerias com as Autarquias.
“Muitos cidadãos já se cansaram de alertar para algumas preocupações porque as mais importantes são conhecidas de todos. Perante décadas de inatividade, as pessoas não sentem necessidade de ouvir promessas de resolução de problemas semelhantes, muitas vezes às que foram feitas em sucessivos atos eleitorais.”
“Como é disso exemplo, a Urbanização do Vale da Telha, com mais de 4 décadas. Ou o IC4, Saúde, Habitação, Agricultura, Pesca, Caminhos de Terra a levantar pó, com buracos, a dificuldade dos empresários em fixar mão-de-obra, etc, etc. O que justifica o nível de ABSTENÇÃO alcançado.”
Litoralgarve – O que dizem as pessoas, nas ruas e noutros locais públicos, e os representantes das entidades oficiais, nos contactos estabelecidos nas freguesias do concelho de Aljezur? Que preocupações lhe manifestam?
Fernando Cortes – Muitos cidadãos já se cansaram de alertar para algumas preocupações porque as mais importantes são conhecidas de todos. Perante décadas de inatividade, as pessoas não sentem necessidade de ouvir promessas de resolução de problemas semelhantes, muitas vezes às que foram feitas em sucessivos atos eleitorais. Como é disso exemplo, a Urbanização do Vale da Telha, com mais de 4 décadas. Ou o IC4, Saúde, Habitação, Agricultura, Pesca, Caminhos de Terra a levantar pó, com buracos, a dificuldade dos empresários em fixar mão-de-obra, etc, etc. O que justifica o nível de ABSTENÇÃO alcançado.
“O que se passa em relação ao Parque Natural [do Sudoeste Alentejano e Costa Vicetina] e a outros organismos é que olham para a região de uma forma que não é integrada. Não faz sentido ter um Parque Natural e um Ministério do Ambiente e um Ministério da Agricultura cada um a puxar para seu lado. O Concelho de Aljezur precisa de uma integração colaborativa dos diversos intervenientes na região. Daí o nosso slogan “Pensar Global, AGIR LOCAL”.”
“Está presente na nossa intenção de aprofundar a colaboração com outros Municípios limítrofes que partilham muitos dos mesmos problemas, ou mesmo com outros concelhos do Algarve mais distantes, mas com os quais podemos fazer projectos comuns, partilhar soluções, recursos, ou conhecimentos.”
Litoralgarve – Num concelho como o de Aljezur, inserido no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, área de paisagem protegida, que limitações sente um autarca ao desenvolvimento da sua actividade? O que está em causa? E que mudanças defende?
Fernando Cortes – O Parque Natural é uma fonte de constrangimentos, mas é também um ATIVO da região e parte da suaidentidade.O que se passa em relação ao Parque Natural e a outros organismos é que olham para a regiãode uma forma que não é integrada. Não faz sentido ter um Parque Natural e um Ministério doAmbiente e um Ministério da Agricultura cada um a puxar para seu lado. O Concelho deAljezur precisa de uma integração colaborativa dos diversos intervenientes na região. Daí onosso slogan “Pensar Global, AGIR LOCAL”.
Da mesma forma, esse “Pensar Global, AGIR LOCAL” está presente na nossa intenção de aprofundar a colaboração com outros Municípios limítrofes que partilham muitos dos mesmos problemas, ou mesmo com outros concelhos do Algarve mais distantes, mas com os quais podemos fazer projectos comuns, partilhar soluções, recursos, ou conhecimentos.
Quando falo de mudanças, posso dizer que tem havido um domínio do PS em muitas das estruturas que determinam os destinos do Algarve, e de Aljezur em particular, e que, na nossa opinião, com uma possível maioria de Câmaras do Chega no Algarve, estamos perante uma oportunidade de mudar os destinos do Algarve e de Aljezur.
Vejamos, como exemplo, o Pedido de Reunião dos SEIS MUNICÍPIOS MARAVILHA com o Governo, que ficou sem resposta e muito provavelmente serão remetidos para uma qualquer estrutura regional, possivelmente controlada pelo PS, quando o Governo e a maioria na Assembleia da Republica são PSD. Ou seja, mais um BLOQUEIO à resolução de problemas que afetam estes seis Municípios – Aljezur, Lagos, Monchique, Odemira, Sines e Vila do Bispo.
“A imigração É NECESSÁRIA, por diversas razões, desde a Demográfica à falta de mão-de-obra ESPECIALIZADA (este é mais um problema que se NÃO RESOLVEU em 51 anos da 3ª Republica), mas com CONTROLO, LEGAL, ORDENADA, ESPECIFICA, conforme as necessidades, e não da forma descontrolada, de “portas escancaradas” como tem sido, e que, FINALMENTE, “quase” todos estão a reconhecer. É a própria identidade cultural de Aljezur que está em causa.”
Aljezur é o que é graças aos locais, aos nascidos em Aljezur, aos algarvios, aos residentes estrangeiros, a maioria europeus, que, ao longo de décadas, fizeram de Aljezur a sua escolha de vida. Uma substituição (RÁPIDA) desta realidade, faria de Aljezur uma coisa diferente. Não seria Aljezur, tal como São Teotónio, onde nasci, não é JÁ HOJE o São Teotónio que eu conheci e se encontra completamente descaracterizado, não se encontrando um estabelecimento com Portugueses e dificilmente com Europeus.”
Litoralgarve – O concelho de Aljezur necessita de imigrantes para mão-de-obra? O que pensa da imigração em Portugal?
Fernando Cortes – SIM. A posição do Chega relativamente à imigração é por demais conhecida (embora a Esquerda aqueira deturpar) e é diferente da dos restantes partidos. A imigração É NECESSÁRIA, por diversas razões,desde a Demográfica à falta de mão-de-obra ESPECIALIZADA (este é mais um problema que se NÃORESOLVEU em 51 anos da 3ª Republica), mas com CONTROLO, LEGAL, ORDENADA, ESPECIFICA, conformeas necessidades, e não da forma descontrolada, de “portas escancaradas” como tem sido, e que,FINALMENTE, “quase” todos estão a reconhecer.
Caso contrário, cria mais problemas do que os que resolve. Resolve alguns problemas de falta de mão-de-obra, mas baixa os salários, e para resolver uma falta de mão-de-obra sazonal ou ocasional traz uma responsabilidade acrescida para a sociedade que está diretamente relacionada com a escassez de habitação, de serviços de saúde, de lugares em Creche, de sustentabilidade, da Segurança, etc, etc. Além de que é a própria identidade cultural de Aljezur que está em causa.
Aljezur é o que é graças aos locais, aos nascidos em Aljezur, aos algarvios, aos residentes estrangeiros, a maioria europeus, que, ao longo de décadas, fizeram de Aljezur a sua escolha de vida. Uma substituição (RÁPIDA) desta realidade, faria de Aljezur uma coisa diferente. Não seria Aljezur, tal como São Teotónio, onde nasci, não é JÁ HOJE o São Teotónio que eu conheci e se encontra completamente descaracterizado, não se encontrando um estabelecimento com Portugueses e dificilmente com Europeus.
Neste mandato camarário, presidido pelo socialista José Gonçalves, destaco “de positivo, a rede de Associações existentes, demonstrando o interesse da população na resolução dos problemas da SUA TERRA”.
Quanto ao “negativo, para além do já referido (e não estando em causa a simpatia e disponibilidade pessoal), é a “manutenção” e sem “resolução à vista” da situação na Urbanização Vale da Telha (com mais de 4 décadas) e do IC4. Estas NÃO SÃO da competência DIRETA da Autarquia, mas situando-se no TERRITÓRIO da mesma, dá-lhe, não só o DIREITO, mas o DEVER de, junto da Tutela, acionar TODOS os meios ao seu alcance, para que as situações sejam desbloqueadas.”
Litoralgarve – Como avalia este mandato camarário, presidido pelo socialista José Gonçalves? O que destaca de positivo e negativo?
Fernando Cortes – De positivo, a rede de Associações existentes, demonstrando, por uma lado, o interesse dapopulação na resolução dos problemas da SUA TERRA; por outro, a incapacidade dasAutarquias (quer a Nível Municipal, quer a Nível de Freguesias) de aplicar as normas que a Leilhes concede. Com a agravante de algumas pessoas se tornarem Reis e Senhores de algo que éda Comunidade.Como já acontece em algumas áreas do Território do Município de Aljezur, sendo que, com a Eleição do CHEGA, esses “reinados” terão fim, porque o regime em Portugal não é uma Monarquia (talvez seja um principio de Anarquia), mas uma DEMOCRACIA, e em democracias existem eleições para proporcionar MUDANÇAS, e não estagnação. Aljezur, ainda, é PORTUGAL.
O negativo, para além do já referido (e não estando em causa a simpatia e disponibilidade pessoal), é a “manutenção” e sem “resolução à vista” da situação na Urbanização Vale da Telha (com mais de 4 décadas) e do IC4. Estas NÃO SÃO da competência DIRETA da Autarquia, mas situando-se no TERRITÓRIO da mesma, dá-lhe, não só o DIREITO, mas o DEVER de, junto da Tutela, acionar TODOS os meios ao seu alcance, para que as situações sejam desbloqueadas. Já quanto ao restante território a Nascente da EN120, as restrições são mínimas, logo, as capacidades de atuar não serão tão limitadas, pelo que, desde a Floresta à Agricultura, passando pela Habitação, Zona Industrial, Acessibilidades, entre tantas outras, daria para investir os quase 28 milhões de euros orçamentados para 2025, mais exactamente €27.337.207,00.
“Muitíssimo está por fazer, ao fim de 51 anos, e espero, desejo e me comprometo de que o ritmo de execução vai acelerar nos próximos 4 anos, com a eleição do Chega, para a grande mudança de que Aljezur e o Algarve precisam.”
Litoralgarve – Qual é a sua opinião sobre os outros candidatos à presidência da Câmara Municipal de Aljezur, nestas eleições autárquicas – José Gonçalves (PS), Manuel Marreiros (movimento independente ‘Renascer,’) e Carlos Miguel (CDU)?
Fernando Cortes – Em termos pessoais, a minha opinião é EXCELENTE, devido ao facto de sempre me terem recebido com respeito, com camaradagem, com amizade. Em todas as candidaturas, tenho Amigos, desde colegas de turma na licenciatura, a colegas de trabalho na atividade que exerço, a familiares, a amigos de longa data.
Porém, em democracia, quem “Opina”, quem “Analisa”, quem “Decide” é o POVO, o Cidadão Eleitor, no dia 12 de Outubro de 2025, Domingo. Tenho a convicção de que TODOS, cada um na sua área, se esforçaram; porém, muitíssimo está por fazer, ao fim de 51 anos, e espero, desejo e me comprometo de que o ritmo de execução vai acelerar nos próximos 4 anos, com a eleição do Chega, para a grande mudança de que Aljezur e o Algarve precisam.
“Aquele a quem chamam de “o brasileiro” é Ricardo Alvarenga, tem origem brasileira e é Candidato à Assembleia Municipal de Aljezur e à Junta de Freguesia de Odeceixe. Assim como Andressa Noitel, também de origem brasileira, é candidata à Junta de Freguesia do Rogil.”
Fernando Cortes aproveitou o espaço disponibilizado pelo ‘Litoralgarve’, no final desta entrevista, tal como sucedeu em relação aos outros candidatos, para esclarecer o público, na sequência de “uma dúvida que me foi exposta repetidamente”, como referiu, durante a campanha eleitoral do Chega, no concelho de Aljezur:
“Gostaria de aproveitar a oportunidade para esclarecer uma dúvida que me foi exposta repetidamente pelos eleitores: “Mas, afinal, existem 2 candidatos à presidência da Câmara? Mas é o brasileiro que é candidato à presidência da Câmara de Aljezur?” A resposta é não, não é.
O Candidato à Presidência da Câmara Municipal de Aljezur é Fernando Cortes.
Aquele a quem chamam de “o brasileiro” é Ricardo Alvarenga, tem origem brasileira e é Candidato à Assembleia Municipal de Aljezur e à Junta de Freguesia de Odeceixe.
Assim como Andressa Noitel, também de origem brasileira, é candidata à Junta de Freguesia do Rogil.”
E a concluir, Fernando Cortes ainda reforçou a sua opinião com o já conhecido ‘slogan’ do Chega em Aljezur:
“Rumo à Vitória, pela mudança!
Pensar Global, AGIR LOCAL”
Gestor Tributário e Aduaneiro, na AT – Autoridade Tributária e Aduaneira, e licenciado em Direito, com Pós- Graduação em Direito da Administração e Gestão Autárquica, Fernando Cortes nasceu em São Teotónio, no concelho de Odemira, e reside em Sagres, no município de Vila do Bispo
Nome completo: Fernando Manuel Cortes
Data do nascimento: 1963-10-06
Signo: Balança
Estado Civil: Casado
Filhos: 2
Naturalidade: S. Teotónio [concelho de Odemira]
Residência: Travessa da Baotelha, 8650-359 Sagres [concelho de Vila do Bispo]
Filiação partidária: Partido Chega
Integrou a Assembleia Municipal de Vila do Bispo e, em 2017, foi candidato independente à presidência da Câmara pelo movimento ‘Vila do Bispo tem Futuro’. Quatro anos depois, em 2021, ocupou o 2º. lugar na lista do Chega, candidata ao executivo municipal de Vila do Bispo e liderada por João Paulo Graça
Cargos políticos que já desempenhou (e exerce): Membro da Assembleia Municipal de Vila do Bispo, de 2001 a 2017, como Líder de Bancada, 2º e 1º Secretário da Mesa (Coordenador da Comissão Municipal de Acompanhamento do Centro Oceanográfico de Sagres; Comissão Municipal de Acompanhamento da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila do Bispo), Membro da Assembleia Intermunicipal do Algarve, Membro do ACES Barlavento, em representação da Assembleia Municipal de Vila do Bispo.
Em 2017, Candidatura Independente ‘VBTF – Vila do Bispo tem Futuro’, à Câmara Municipal de Vila do Bispo.
Em 2021, 2º lugar na Candidatura do Chega ao Município de Vila do Bispo [liderada por João Paulo Graça, atual deputado na Assembleia da República]
Da presidência da Associação de Pais, Encarregados de Educação e Amigos do Agrupamento de Escolas de Vila do Bispo, a membro dos corpos sociais da Associação de Marinheiros de Vila do Bispo e do Clube Recreativo Infante de Sagres
Funções que ocupa (ou já ocupou) em clubes e associações: Foi Presidente da Associação dePais, Encarregados de Educação e Amigos doAgrupamento de Escolas de Vila do Bispo; fez parte dosCorpos Sociais da Associação de Marinheiros de Vila doBispo; Do CRIS – Clube Recreativo Infante de Sagres;Conselheiro no Conselho Geral do Agrupamento deEscolas de Vila do Bispo
Profissão: Gestor Tributário e Aduaneiro, na AT- Autoridade Tributária e Aduaneira [nas Finanças em Vila do Bispo]
Formação Académica: Licenciatura em Direito, Pós- Graduação em Direito da Administração e Gestão Autárquica
Outros idiomas que domina: Inglês
Aljezurense como clube desportivo preferido
Clube desportivo da sua preferência: Aljezurense.
Como ocupa os tempos livres: Não existem
Onde costuma passar férias: No Algarve
“Honestidade” é a sua principal virtude e “falar muito” o principal defeito, como reconhece
Gastronomia/qual é o prato preferido: Vários
Religião: Não praticante.
A sua principal virtude: Honestidade
E o seu principal defeito: Falar muito
Destaca o “Almirante Gouveia e Melo, pela forma de ver o mundo”, e a “Organização Japonesa Nihon Hidankyo”, que “representa sobreviventes da bomba atómica e busca a Abolição das Armas Nucleares”
A figura nacional que mais admira e porquê? Almirante Gouveia e Melo, pela forma de ver o mundo.
E a nível internacional? Organização Japonesa Nihon Hidankyo. Representa sobreviventes da bomba atómica e busca a Abolição das Armas Nucleares.
“Neste momento, o Grupo Terrorista é quem controla o território” da Palestina, pelo que Portugal “não” fez bem em reconhecer esse novo Estado, no Médio Oriente
Portugal faz bem em reconhecer o Estado da Palestina? Porquê?
Não. Neste momento, o Grupo Terrorista é quem controla o território.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, foi “demasiado populista no primeiro mandato”, além de “demasiado ‘mole’ e com falta de ambição” para o país
Como avalia os dois mandatos do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa? Demasiado Populista no 1º. Mandato, Demasiado “mole” e com falta de Ambição para Portugal.
Se o candidato André Ventura não for eleito o próximo Chefe de Estado, em Portugal, nas eleições a realizar em 2026, quem será a figura ideal para assumir o cargo? Porquê?
Almirante Gouveia e Melo, pela sua visãoGlobalista, Defesa, Investimento na maior fonte deriqueza de Portugal – O MAR.










