Doente brasileiro internado no serviço de psiquiatria do Hospital do Barlavento, em Portimão, pediu para “ir à rua” e escapou à vigilância de dois profissionais de saúde, mas acabou por regressar dois dias depois após alerta à PSP

Vive com um amigo em Portugal e tinha ido a um acampamento de indivíduos de etnia cigana.

Um homem, de nacionalidade brasileira e aparentando cerca de 30 anos, fugiu, na passada terça-feira, 04 de Abril, à tarde, do serviço de psiquiatria do Hospital do Barlavento, em Portimão, onde estava internado como doente compulsivo. Acabou por regressar a esta unidade de saúde por ordem judicial dois dias depois, apurou o ‘Litoralgarve’.

De acordo com informações recolhidas, o indivíduo estaria acompanhado por um assistente operacional e um enfermeiro, quando pediu a estes profissionais de saúde para “ir à rua”. O pedido foi aceite por uma médica que estava de serviço na altura. Só que, como explicaram ao nosso Jornal, o doente acabou por se dirigir a um acampamento de pessoas de etnia cigana e terá escapado à vigilância dos profissionais de saúde do Hospital do Barlavento, que o acompanhavam.

O caso foi, de imediato, comunicado à Polícia de Segurança Pública (PSP) de Portimão e depois de o doente de nacionalidade brasileira ter sido localizado pelas autoridades, acabou por ser entregue no serviço de psiquiatria daquela unidade de saúde, por ordem judicial, na quinta-feira à tarde, dia 13 de Abril de 2023.

Ao que se sabe, o homem é divorciado, não tem filhos e vive com amigo em Portimão, desconhecendo-se, para já, qual a sua atividade profissional.

José Manuel Oliveira

Em atualização

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