Catorze ganchorras de mão apreendidas na pesca do arrasto, na zona de Olhão, pela Polícia Marítima, enquanto três indivíduos se colocaram em fuga

Artes de pesca apresentavam dimensões não regulamentares. Ação de fiscalização decorreu, durante a madrugada de quinta-feira, 18 de Abril, na orla costeira da Ilha da Armona e na Ria Formosa.

José Manuel Oliveira

A apreensão de 14 artes de pesca, denominadas por «ganchorras de mão», foi o resultado de uma ação de fiscalização realizada por seis elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão, durante a madrugada de quinta-feira, 18 de Abril, na orla costeira da Ilha da Armona e na Ria Formosa. Esta operação visou a atividade de pesca de arrasto por ganchorra de mão, apeada e por embarcação.

Foram “fiscalizadas quatro embarcações, duas de pesca e duas de recreio, uma das quais em presumível infração por ausência de registo e documentação”, refere a Autoridade Marítima Nacional

Em comunicado, a Autoridade Marítima Nacional informou que, durante a referida ação “foram fiscalizadas quatro embarcações, duas de pesca e duas de recreio, uma das quais em presumível infração por ausência de registo e documentação”. “A Polícia Marítima detetou, ainda, três indivíduos em plena atividade de pesca ilegal, que se colocaram em fuga, abandonando no local as artes de pesca, denominadas por «ganchorras de mão». Os elementos da Polícia Marítima apreenderam um total de 14 ganchorras de mão por apresentarem dimensões não regulamentares, tendo sido elaborados os respetivos autos de notícia”, destaca aquela instituição. 

Mota de água, embarcação e viatura da Capitania de Olhão estiveram no apoio a seis elementos da Polícia Marítima nesta acção de fiscalização

Aquela acção de fiscalização envolveu seis elementos do Comando-local da Polícia Marítima de Olhão, com o apoio de uma mota de água, uma embarcação e uma viatura.

Autos de notícia vão ser remetidos ao Ministério Público

Os autos de notícia elaborados pelos elementos da Polícia Marítima de Olhão servem de denúncia pelas irregularidades detectadas e serão remetidos ao Ministério Público, cabendo a esta entidade judicial instaurar o respectivo processo penal.