Rapariga, de 21 anos, apresenta queixa na PSP de Lagos, após ter sido violada por dois jovens consumidores de cocaína

São todos portugueses e um dos suspeitos, de cerca de 20 anos, é promotor de eventos. A vítima terá sido atraída, na madrugada de 27 de Março, a casa de um dos rapazes, em Lagos, a pretexto de participar numa ‘after party’ – festa fora de horas – que, afinal, não existia. Foi, então, que ocorreu o crime, que as autoridades, agora, investigam.

José Manuel Oliveira

Dois jovens portugueses, com idades compreendidas entre os 20 e os 27 anos, residentes em Lagos, são suspeitos de violação de uma rapariga, que entretanto já apresentou queixa na Esquadra da Polícia de Segurança Pública (PSP), nesta cidade.

Segundo apurou o ‘Litoralgarve’, a jovem, de 21 anos e também de nacionalidade portuguesa, terá sido atraída a casa de um dos homens, com o pretexto de irem a uma ‘after party’, ou seja, uma festa fora de horas, após as 04h00 da madrugada do passado dia 27 de Março. Só quando chegou a casa de quem que a convidou é que a jovem percebeu que, afinal, não existia qualquer ‘after party’. Foi, então, que os dois rapazes terão abusado sexualmente dela.

Vítima ficou em estado de choque e, inicialmente, teve receio de apresentar queixa às autoridades, uma vez que o pai de um dos suspeitos da violação ocupa um cargo considerado “importante” na PSP de Portimão

De acordo com fontes próximas da vítima, esta encontra-se em estado de choque em face do sucedido. Apesar do trauma, teve receio de apresentar queixa às autoridades, uma vez que o pai de um dos suspeitos da violação desempenha um cargo considerado “importante” na PSP de Portimão. Só depois é que acabou por dar conhecimento do caso às autoridades policiais.

Pediu ajuda na Polícia Municipal de Lagos, que comunicou a ocorrência à Polícia Judiciária, em Portimão. O caso já está a ser investigado.

O outro jovem, de cerca de 20 anos, é promotor de eventos. Ao que se sabe, os dois suspeitos da violação serão consumidores de estupefacientes, nomeadamente cocaína.

A rapariga solicitou ajuda na Polícia Municipal de Lagos, que, por sua vez, informou a Polícia Judiciária, de Portimão, sobre a ocorrência.

(Em actualização)