Viu a partida na sua casa em Alcoutim, com a esposa, Dalila. “A minha mulher, que tanto se entusiasma com futebol, ficou chateada com a selecção de Portugal e desinteressou-se do jogo”, conta, ao Litoralgarve’, o médico Francisco Amaral, presidente social-democrata da Assembleia Municipal de Vila Real de Santo António, que não poupa críticas à equipa das quinas, comandada pelo técnico espanhol Roberto Martinez.
José Manuel Oliveira
Litoralgarve – Qual é a análise que faz ao jogo Portugal – República Democrática do Congo?
Francisco Amaral – Os jogadores da selecção de Portugal jogaram ao ‘ralenti’, com passes para trás e para o lado, e mais passes, sobretudo durante a primeira parte. Em termos gerais, esperava mais, esperava outra atitude. Foi uma equipa sem soluções ofensivas. Jogámos mal. Relativamente à equipa da República Democrática do Congo, fez um jogo que considero equilibrado e razoável.
O melhor jogador português em campo? “João Neves, pelo golo que marcou. Mas, sobretudo para mim, o melhor foi Vitinha, um maestro da equipa.”
Litoralgarve – Quem destaca na selecção portuguesa? Qual o melhor jogador?
Francisco Amaral – Destaco o João Neves, pelo golo que marcou. Mas, sobretudo, para mim o melhor foi Vitinha, um maestro da equipa.
“Cristiano Ronaldo já tem uma certa idade, 41 anos” e “a defesa do Congo esteve em cima dele”
Litoralgarve – E o jogador menos produtivo?
Francisco Amaral – Cristiano Ronaldo. Também já tem uma certa idade, 41 anos. Por outro lado, a defesa do Congo esteve em cima dele. Não houve soluções ofensivas. Com aqueles jogadores que a selecção portuguesa tem, esperava-se mais.
Frente ao Uzbequistão, “espero que a equipa portuguesa mude de táctica e surja com vontade e alma, o que não aconteceu no primeiro jogo”
Litoralgarve – O que espera do segundo jogo de Portugal frente ao Uzbequistão, a realizar na próxima terça-feira, dia 23 de Junho?
Francisco Amaral – Espero que a equipa portuguesa mude de táctica e surja com vontade e alma, o que não aconteceu no primeiro jogo contra a selecção do Congo, no qual não apresentou soluções ofensivas.










