Entrevista – Paulo Dias, candidato do Chega em Lagos: “Queremos coordenar com forças de segurança para controlo da grande epidemia que PS deixou instalar – tráfico de droga”

“Multiplica delinquência, destrói vidas humanas e anula todos os esforços por um turismo de qualidade.”

“A falta de interesse dos socialistas em concretizar a CCTV [conjunto de câmaras de videovigilância, colocadas em lugares estratégicos, que captam e transmitem imagens para um sistema de gestão central – n.d.r.] em Lagos, é algo que a população não perdoa.”

“Sem segurança não pode haver economia nem bem-estar e por isso queremos reforçar a ordem com melhores regras e a fiscalização com melhor policiamento dedicado à proteção de pessoas e bens.”

“As populações das freguesias passarão a sentir muito mais atenção do município e o estacionamento e fluidez do trânsito na cidade também terá melhorias. Iremos, sem dúvida, garantir a concretização de algumas das nossas propostas dedicadas aos nossos bombeiros, como o Regulamento de Apoios Sociais e isenção de IMI [Imposto Municipal sobre Imóveis], o monumento ao bombeiro e a tão desejada relocalização do Quartel para local adequado.”

“Um outro compromisso que assumo é não desistir de lutar por um Hospital a Sério em Lagos, que nos traga mais médicos e meios.”

Nesta entrevista por escrito, concedida ao ‘site’ «Litoralgarve’, Paulo Rosário Dias, de 42 anos de idade e consultor imobiliário, conta o que fará se for eleito presidente da Câmara Municipal de Lagos, no dia 12 de Outubro, pelo partido Chega.

Ao fazer um balanço a este mandato, destaca as propostas aprovadas, que apresentou como deputado na Assembleia Municipal, e lamenta as que foram rejeitadas. Sem rodeios, arrasa a gestão socialista, sob a liderança de Hugo Pereira, que considera ser “um funcionário burocrata de gabinete, contratando funcionários às centenas, mas sem ambição política para defender Lagos junto das entidades governativas e sem coragem para limpar e transformar a administração autárquica.”

Em tempo de deixar promessas e lançar avisos, Paulo Rosário Dias já antevê uma coligação entre PS e PSD no próximo executivo municipal lacobrigense, “para contrariar uma governação Chega”, mas garante sentir-se preparado para assumir a presidência da Câmara, mesmo sem maioria. E recusa estabelecer acordos políticos seja com quem for.

Paulo Silva

José Manuel Oliveira

Litoralgarve – Que balanço faz sobre este seu mandato como deputado na Assembleia Municipal de Lagos? Quais as propostas que apresentou e as que foram aprovadas? E as rejeitadas?

Paulo Rosário Dias – Faço um balanço de muita atividade, de muitas propostas e muita luta fiscalizadora da ação do executivo. Quanto a propostas, produzimos 75. Das 46 que conseguimos ter aprovadas, destaco a CCTV [conjunto de câmaras de videovigilância, colocadas em lugares estratégicos, que captam e transmitem imagens para um sistema de gestão central – n.d.r.] para Lagos, a restauração da Praça do Infante, a nova Escola EB 2,3, o Parque da Juventude de Lagos e o estudo para melhorar os molhes da nossa barra marítima.

Quanto às chumbadas pela esquerda, saliento a requalificação do auditório municipal; a prioridade aos lacobrigenses na habitação pública; a obrigatoriedade de apresentação do registo criminal aos candidatos a subsídios e o Gabinete de auditoria e anti-corrupção.

“Primeiro que tudo é preciso colocar a Câmara a funcionar com a melhor integridade nos sistemas administrativos, transparência e resposta aos cidadãos; e por isso contamos instituir mesmo o Gabinete de Auditoria e Anticorrupção, bem como o Provedor do Munícipe.”

“Também iremos, no imediato, reverter a substituição da nossa identidade gráfica que pretende apagar a nossa memória coletiva “Dos Descobrimentos”. A nossa identidade não se elimina por capricho dos ‘wokismos’ da extrema-esquerda. Lagos precisa de voltar a ter orgulho na sua longa História e na nossa grande portugalidade.”

Litoralgarve – Qual é a primeira medida que tomará se for eleito presidente da Câmara Municipal de Lagos, em Outubro de 2025? E porquê?

Paulo Rosário Dias – Primeiro que tudo é preciso colocar a Câmara a funcionar com a melhor integridade nos sistemas administrativos, transparência e resposta aos cidadãos; e por isso contamos instituir mesmo o Gabinete de Auditoria e AntiCorrupção, bem como o Provedor do Munícipe. Queremos, também, coordenar com as forças de segurança para controlo da grande epidemia que o PS deixou instalar na cidade. Falo do pequeno tráfico de droga que multiplica delinquência, destrói vidas humanas e anula todos os esforços por um turismo de qualidade. Também iremos, no imediato, reverter a substituição da nossa identidade gráfica que pretende apagar a nossa memória coletiva “Dos Descobrimentos”. A nossa identidade não se elimina por capricho dos ‘wokismos’ da extrema-esquerda. Lagos precisa de voltar a ter orgulho na sua longa História e na nossa grande portugalidade.

“A habitação é a minha grande área e por isso garanto uma inovação nas políticas habitacionais, na construção pública e privada, para que a cidade passe a funcionar para o cidadão comum, os jovens e os profissionais.”

“Outros prometeram 400 fogos e no fim fizeram Lagos ser a cidade mais cara a Sul do Tejo. Nós iremos estimular a construção privada de habitação acessível e implementar uma diversidade nas respostas de habitação pública para uma nova justiça nas prioridades de atribuição.”

Litoralgarve – Nos próximos quatro anos de mandato, quais serão as suas principais prioridades? O que garante à população do concelho que irá concretizar?

Paulo Rosário Dias – A habitação é a minha grande área e por isso garanto uma inovação nas políticas habitacionais, na construção pública e privada, para que a cidade passe a funcionar para o cidadão comum, os jovens e os profissionais. Outros prometeram 400 fogos e no fim fizeram Lagos ser a cidade mais cara a Sul do Tejo. Nós iremos estimular a construção privada de habitação acessível e implementar uma diversidade nas respostas de habitação pública para uma nova justiça nas prioridades de atribuição.

A segurança é, igualmente, essencial para todas as áreas da nossa sociedade. Sem segurança não pode haver economia nem bem-estar e por isso queremos reforçar a ordem com melhores regras e a fiscalização com melhor policiamento dedicado à proteção de pessoas e bens. As populações das freguesias passarão a sentir muito mais atenção do município e o estacionamento e fluidez do trânsito na cidade também terá melhorias. Iremos, sem dúvida, garantir a concretização de algumas das nossas propostas dedicadas aos nossos bombeiros, como o Regulamento de Apoios Sociais e isenção de IMI [Imposto Municipal sobre Imóveis], o monumento ao bombeiro e a tão desejada relocalização do Quartel para local adequado. Um outro compromisso que assumo é não desistir de lutar por um Hospital a Sério em Lagos, que nos traga mais médicos e meios.

“Na rua, recebo muitas mensagens de apoio, de encorajamento, sobretudo resultantes da grande desilusão que tem sido este executivo nos últimos anos.”

“Quanto às entidades estão muito comprometidas e dependentes e, por isso, oficialmente o discurso é comedido. Em ‘off’ dizem-me várias outras coisas, mas a discrição impera.”

Litoralgarve – O que lhe dizem os populares, nas ruas, e os representantes de entidades oficiais, nos contactos que tem estabelecido?

Paulo Rosário Dias – Na rua, recebo muitas mensagens de apoio, de encorajamento, sobretudo resultantes da grande desilusão que tem sido este executivo nos últimos anos. Quanto às entidades estão muito comprometidas e dependentes e, por isso, oficialmente o discurso é comedido. Em ‘off’ dizem-me várias outras coisas, mas a discrição impera.

“É um facto que os assaltos e o tráfico de droga em Lagos são um problema que passou a ter bastante mais expressão desde que a Dr.ª Joaquina Matos deixou o executivo ao Dr. Hugo Pereira. Nos últimos anos, os delinquentes multiplicam-se e as ocorrências sucedem-se.”

“Foi um erro do executivo quando decidiu acabar com os fiscais que conheciam as pessoas e as situações, e estou convicto de que o serviço de Polícia Municipal tem sido mal orientado.”

“A falta de interesse dos socialistas em concretizar a CCTV [sistema de câmaras de videovigilância] em Lagos é algo que a população não perdoa.”

Litoralgarve – A vaga de assaltos associada ao tráfico de droga é uma das principais preocupações da população de Lagos, que receia o agravamento da situação. Como pensa ser possível combater esses problemas?

Paulo Rosário Dias – É um facto que os assaltos e o tráfico de droga em Lagos são um problema que passou a ter bastante mais expressão desde que a Dr.ª Joaquina Matos deixou o executivo ao Dr. Hugo Pereira. Nos últimos anos, os delinquentes multiplicam-se e as ocorrências sucedem-se. Considero que foi um erro do executivo quando decidiu acabar com os fiscais que conheciam as pessoas e as situações, e estou convicto de que o serviço de Polícia Municipal tem sido mal orientado. A falta de interesse dos socialistas em concretizar a CCTV [sistema de câmaras de videovigilância] em Lagos, é algo que a população não perdoa.

“Os empresários honestos não querem “mão-de-obra barata” ou “clandestina” para se aproveitarem. Eles querem, sim, contratar pessoas que queiram trabalhar a sério, que lhes permita produzir e cumprir objetivos. E se forem trabalhadores qualificados ou experientes, e de fácil adaptação ao meio local, tanto melhor.”

“Eu já fui emigrante vários anos e muitos dos nossos jovens que emigram também vão trabalhar na hotelaria e restauração e, por isso, muitas pessoas lamentam que estejamos a deixar substituir a juventude lacobrigense.”

“Já tivemos muita imigração saudável, mas não podemos aceitar este nível descontrolado de imigração, influenciado em muito por organizações mafiosas. Não podemos tolerar nem ser coniventes com nenhum tráfico de seres humanos, que em Lagos se traduz na importação de milhares de homens de culturas incompatíveis com os nossos valores cristãos e bastante adversos à liberdade das mulheres.”

“Por isso, digo que estas “políticas de importação de mão-de-obra barata” não são a solução para as necessidades de mão-de-obra e prejudicam, aliás, bastante a nossa sustentabilidade económica e social a prazo. Em Lagos, a sobrelotação e o choque demográfico sentem-se, sobretudo, no centro histórico, onde entre as ocorrências de criminalidade já vamos assistindo a alguns conflitos entre próprias fações religiosas.”

Litoralgarve – Que avaliação faz sobre a imigração em Lagos? O concelho necessita de mais imigrantes para resolver o problema da mão-de-obra de que muitos empresários se queixam?

Paulo Rosário Dias – Ao contrário do que alguns dizem, em Lagos, os empresários honestos não querem “mão-de-obra barata” ou “clandestina” para se aproveitarem. Eles querem, sim, contratar pessoas que queiram trabalhar a sério, que lhes permitam produzir e cumprir objetivos. E se forem trabalhadores qualificados ou experientes, e de fácil adaptação ao meio local, tanto melhor.

Eu já fui emigrante vários anos e muitos dos nossos jovens que emigram também vão trabalhar na hotelaria e restauração e, por isso, muitas pessoas lamentam que estejamos a deixar substituir a juventude lacobrigense. Já tivemos muita imigração saudável, mas não podemos aceitar este nível descontrolado de imigração, influenciado em muito por organizações mafiosas. Não podemos tolerar nem ser coniventes com nenhum tráfico de seres humanos, que em Lagos se traduz na importação de milhares de homens de culturas incompatíveis com os nossos valores cristãos e bastante adversos à liberdade das mulheres. Por isso, digo que estas “políticas de importação de mão-de-obra barata” não são a solução para as necessidades de mão-de-obra e prejudicam, aliás, bastante a nossa sustentabilidade económica e social a prazo.

Em Lagos, a sobrelotação e o choque demográfico sentem-se, sobretudo, no centro histórico, onde entre as ocorrências de criminalidade já vamos assistindo a alguns conflitos entre próprias fações religiosas. Temos vários exemplos na Europa, que nos ensinam que não podemos continuar nesta trajectória.

“Todos conhecemos o percurso político programado do atual presidente socialista. Constatamos que a sua motivação, infelizmente, se manteve a mesma de quando era vice-presidente da Dr.ª Joaquina, muito ligado à burocracia dos números, mas pouco determinado em inovar. E isso reflete-se no seu modo de estar e de gerir, em modo de funcionário burocrata de gabinete, contratando funcionários às centenas, mas sem ambição política para defender Lagos junto das entidades governativas e sem coragem para limpar e transformar a administração autárquica.”

Litoralgarve – Como avalia este mandato camarário, presidido pelo socialista Hugo Pereira? Quais os aspectos positivos e negativos que destaca? Sente o presidente mesmo motivado para o cargo que desempenha e a que se recandidata?

Paulo Rosário Dias – Todos conhecemos o percurso político programado do atual presidente socialista. Constatamos que a sua motivação, infelizmente, se manteve a mesma de quando era vice-presidente da Dr.ª Joaquina, muito ligado à burocracia dos números, mas pouco determinado em inovar. E isso reflete-se no seu modo de estar e de gerir, em modo de funcionário burocrata de gabinete, contratando funcionários às centenas, mas sem ambição política para defender Lagos junto das entidades governativas e sem coragem para limpar e transformar a administração autárquica.

“Com exceção deste [o vereador da CDU, Alexandre Nunes, que concorre, de novo, nestas eleições autárquicas – n.d. r.), os restantes candidatos têm estado ausentes da política local nos últimos anos.”

“Terão as suas razões de interesse e partilham os três o mesmo tipo de prioridades em temas como o transporte gratuito e o ambientalismo. Gostava de ver mais originalidade nas propostas e mais força anímica nas suas candidaturas.”

Litoralgarve – E o que pensa dos outros candidatos à presidência da Câmara Municipal de Lagos: Gilberto Viegas (AD), Alexandre Nunes (CDU), Luís Barroso (Lagos Com Futuro) e Maria João Sacadura (Livre)?

Paulo Rosário Dias – Sobre o vereador Alexandre, acho que se tem revelado um educado defensor dos ideais da esquerda comunista, que, por serem completamente opostos aos do CHEGA, naturalmente espero que a CDU não veja ampliado o seu poder em Lagos. Com exceção deste, os restantes candidatos têm estado ausentes da política local nos últimos anos. Terão as suas razões de interesse e partilham os três o mesmo tipo de prioridades em temas como o transporte gratuito e o ambientalismo. Gostava de ver mais originalidade nas propostas e mais força anímica nas suas candidaturas, mas estou certo de que terão todos o habitual apoio eleitoral das suas bases.

“Não nos surpreende os interesses que existem numa coligação PS e PSD para contrariar uma governação CHEGA.”

“Da nossa parte estamos confiantes de que os eleitores não irão desperdiçar o seu voto em mais do mesmo, e nos irão confiar um mandato para Mudar Lagos a sério com novas pessoas.”

“Estaremos indisponíveis para qualquer coligação de executivo camarário com esses partidos ou com a restante esquerda. Um bom político tanto sabe governar com maioria ou sem ela, desde que o bom senso impere sobre a arrogância.”

“Só um tirano é que não consegue governar em diálogo com os seus pares. Sabemos que para o Partido socialista, viciado em maiorias absolutas, seria muito difícil governar tendo que trabalhar com outras forças.”

Litoralgarve – Se não houver maioria absoluta de um só partido ou formação política, como antevê a gestão camarária e os próximos anos no concelho de Lagos? Poderá ser um mandato de curta duração? Que acordos políticos podem ser estabelecidos?

Paulo Rosário Dias – Não nos surpreende os interesses que existem numa coligação PS e PSD para contrariar uma governação CHEGA. Da nossa parte, estamos confiantes de que os eleitores não irão desperdiçar o seu voto em mais do mesmo, e nos irão confiar um mandato para Mudar Lagos a sério com novas pessoas. E importa por isso deixar claro perante os eleitores que da nossa parte estaremos indisponíveis para qualquer coligação de executivo camarário com esses partidos ou com a restante esquerda. Um bom político tanto sabe governar com maioria ou sem ela, desde que o bom senso impere sobre a arrogância. Aliás, só um tirano é que não consegue governar em diálogo com os seus pares. Sabemos que para o Partido socialista, viciado em maiorias absolutas, seria muito difícil governar, tendo que trabalhar com outras forças. Para nós, que não temos esse vício, isso será a democracia funcionar.

Com Pós-Graduação em Direito e Licenciatura em Ciências Sociais, Paulo Rosário Dias, presidente da Concelhia de Lagos do Partido Chega, ocupa os tempos livres junto da família e a ver cinema. Gosta de sardinhas e condelipas, e destaca a “dedicação” como a sua principal virtude e o “pensamento acelerado” como o principal defeito

Nome completo: Paulo Jorge do Rosário Dias

Data do nascimento: 22/08/1983

Signo: Leão

Estado Civil: Casado

Filhos: cinco

Naturalidade: Lagos (St.ª Maria)

Residência: Lagos

Filiação partidária: CHEGA

Cargos políticos que já desempenhou (e exerce):

Presidente do Conselho de Jurisdição Distrital de Faro; Presidente da Concelhia do Partido CHEGA em Lagos; Membro da Assembleia Municipal de Lagos (mandato2021-2025)

Funções que ocupa (e já ocupou) em clubes e associações: Secretário do Clube ABC “Os Espichenses”;Coordenador Regional do Instituto da DemocraciaPortuguesa

Profissão: Consultor imobiliário

Formação académica: Pós-Graduação em Direito; Pós Graduação em Gestão Internacional de Recursos Humanos; Licenciatura em Ciências Sociais com especialização em Ciências Políticas e Administrativas.

Passa férias em Lagos e assume-se como benfiquista

Outros idiomas que domina: Inglês

Clube desportivo da sua preferência: Benfica

Como ocupa os tempos livres: Família, cinema

Onde costuma passar férias: Lagos

Gastronomia/qual é o prato preferido: Sardinhas, condelipas

Religião: Cristão

A sua principal virtude: Dedicação

E o seu principal defeito: Pensamento acelerado

André Ventura “é o político mais combativo e astuto que o país tem neste momento” e o futebolista Cristiano Ronaldo continua a ser um “exemplo de trabalho e dedicação” e com “coração humilde”

A figura nacional que mais admira e porquê? André Ventura, não só por defender os valores conservadores, mas porque é o político mais combativo e astuto que o país tem neste momento.

E a nível internacional e porquê? O nosso Cristiano Ronaldo, pelo exemplo de trabalho e dedicação e pelo coração humilde que tem.

Criação do Estado da Palestina? “Receio que este reconhecimento apressado nada tenha que ver com a procura da paz na região e tenha pouco impacto na resolução do conflito. Contudo, esta ação do Estado Português terá um grande impacto negativo nas relações diplomáticas na região. Não podemos esquecer de que grande parte do território é administrado por organizações terroristas que roubam os mantimentos doados à população e ainda mantêm reféns sequestrados desde Outubro 2023”

Portugal faz bem em reconhecer o Estado da Palestina? Porquê?

Portugal sempre esteve em linha com a solução de dois Estados e sempre cauteloso quanto à oportunidade. Receio que este reconhecimento apressado nada tenha que ver com a procura da paz na região e tenha pouco impacto na resolução do conflito. Contudo, esta ação do Estado Português terá um grande impacto negativo nas relações diplomáticas na região. Não podemos esquecer

De que grande parte do território é administrado por organizações terroristas que roubam os mantimentos doados à população e ainda mantêm reféns sequestrados desde Outubro 2023.

Marcelo Rebelo de Sousa “foi o maior aliado do Partido Socialista” em dois mandatos presidenciais como avalia os dois mandatos do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa?

Foi o maior aliado do Partido Socialista. Marcou um estilo muito narcisista e desadequado. Entendo que algum populismo pode aproximar os cidadãos, mas para um Presidente da República é preciso também algum sentido institucional também ao nível do estilo.

Quem é a figura ideal para ser eleito o próximo Chefe de Estado, em Portugal, nas eleições a realizar em Janeiro de 2026?Porquê?

Sem sombra de dúvida o Doutor André Ventura, pela sua astúcia e sapiência políticas, não só manterá Portugal mais limpo de corrupção como dará a representação mais digna aos valores da Portugalidade e sem trair a nossa independência e soberania.