Câmaras de videovigilância ajudam PSP de Portimão a identificar dois jovens em fuga após violentas agressões a um homem que circulava a pé na Praia da Rocha, no dia 30 de Dezembro

A vítima teve de receber tratamento clínico, enquanto os suspeitos, após interrogatório, aguardam julgamento em liberdade, estando sujeitos a Termo de Identidade e Residência, a medida de coacção considerada menos gravosa.

José Manuel Oliveira

Dois jovens, de 22 anos de idade, foram identificados por agentes da Esquadra de Investigação Criminal da Polícia de Segurança Pública (PSP) de Portimão, com o apoio de câmaras do sistema de videovigilância, na sequência de agressões violentas a um homem que circulava a pé, no dia 30 de Dezembro de 2023, na zona da Praia da Rocha.

“Agressões aparentemente sem nenhum motivo justificativo”

Um comunicado do Comando Distrital de Faro da PSP, divulgado ao final da tarde desta quinta-feira, dia 04 de Janeiro de 2024, revela que, “das agressões, aparentemente sem nenhum motivo justificativo, resultaram vários ferimentos na vítima que careceram do devido tratamento e acompanhamento clínico.” Já “os suspeitos, logo após o cometimento do crime, encetaram fuga, impossibilitando a sua identificação no momento”, acrescenta a Polícia.

Análise das imagens recolhidas revelou-se “fundamental para a localização e identificação dos suspeitos”, na quarta-feira, dia 03 de Janeiro de 2024

E prossegue: “Face à gravidade dos factos, foram de imediato desenvolvidas diversas diligências investigatórias e, considerando que o local dos factos se encontra abrangido pelo sistema de videovigilância instalado naquela cidade, procedeu-se à análise das imagens recolhidas, o que se revelou fundamental para a localização e identificação dos suspeitos, no dia de ontem”, 03 de Janeiro de 2024. Ou seja, cinco dias após as agressões cometidas na Praia da Rocha, num local público.

Resultados das diligências foram remetidas ao Ministério Público

Nessa altura, os dois jovens considerados “suspeitos foram constituídos arguidos”, tendo ficado “sujeitos a Termo de Identidade e Residência”, a medida de coação menos gravosa, enquanto aguardam julgamento, depois de serem interrogados. “Os resultados destas diligências foram remetidas para o Ministério Público competente”, conclui o comunicado, sem revelar mais pormenores.

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