Bombeiros de Lagos chamados a 524 emergências pré-hospitalares 112, a 23 incêndios rurais e 15 acidentes rodoviários, em Julho de 2026

No mês em que esta associação humanitária assinalou 140 anos de existência e já em pleno Verão houve menos incêndios rurais e mais aberturas de portas com socorro / salvamentos, além de um acréscimo significativo de 38 situações de emergência pré-hospitalares 112, comparativamente a Junho. Registaram-se nove incêndios urbanos.

José Manuel Oliveira

No passado mês de Julho, em que a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Lagos comemorou o 140º. aniversário, tendo contado com a presença do ministro da Administração Interna, Luís Neves, numa visita ao quartel e sessão solene, os seus operacionais acorreram a 524 emergências pré- hospitalares 112. Tal representa mais 38 ocorrências face a Junho, quando aquela instituição registou 486 situações.

Menos três incêndios rurais

Se a esse nível houve um aumento significativo de casos, o mesmo não aconteceu mesmo em pleno Verão e perante elevadas temperaturas, no tocante a incêndios rurais, com o corpo de bombeiros de Lagos, liderado pelo comandante Márcio Regino, a intervir em 23 ocorrências, o que corresponde a menos três comparativamente a Junho. Nesse mês, houve 26 incêndios rurais.

Registados menos dois acidentes rodoviários

Aquilo que igualmente diminuiu, em Julho de 2026, apesar do movimento nas estradas, foi o número de acidentes rodoviários, tendo os bombeiros de Lagos sido chamados a 15 ocorrências, ou seja menos duas em relação ao mês de Junho, em que foram registadas 17. Também ao nível de incêndios urbanos, com um total de nove em Julho, houve menos um comparativamente ao mês anterior, em que ocorreram dez.

No que, para além das emergências pré-hospitalares 112, o corpo de bombeiros de Lagos teve um acréscimo significativo, no mês de Julho, foram aberturas de portas com socorro / salvamentos. Segundo as estatísticas daquela entidade, agora divulgadas, verificaram-se vinte e uma (21), o que corresponde a mais sete face a Junho. Nesse período, houve 14 casos.

Duas ocorrências com fugas de gás

Por outro lado, em Julho, os bombeiros de Lagos intervieram em duas situações com matérias perigosas (fugas de gás). Em Junho, tinha havido uma. Enquanto isso, acorreram a quatro quedas de árvores / estruturas, como assinalam. Neste âmbito, o número é igual ao mês anterior.