Polícia Marítima de Lagos esteve no local e uma ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) levou a vítima para o hospital, ao que apurámos junto de populares.
José Manuel Oliveira
Um suposto incidente a bordo de um catamarã de bandeira turca ao largo do Algarve, com uma mulher alegadamente esfaqueada, obrigou, neste domingo, dia 14 de Junho, o comandante da embarcação a atracar, de urgência, no Cais de Honra da Marina de Lagos e a solicitar a intervenção das autoridades, segundo apurou o ‘Litoralgarve’.
Admite-se que a mulher se mutilou e tentou o suicídio
Mas para já ninguém saberá ao certo o que se passou a bordo, numa altura em que as autoridades marítimas procedem a investigações
As informações iniciais recolhidas pelo nosso Jornal na noite de domingo, indicam que a mulher, que seguia com um homem nessa embarcação, terá sido fechada num quarto do catamarã pelo comandante, alegadamente devido a uma situação de stresse. Na altura, apresentaria ferimentos diversos no corpo, admitindo-se que se mutilou e tentado o suicídio. Para já ninguém saberá ao certo o que se passou a bordo, numa altura em que agentes da Polícia Marítima de Lagos procedem a investigações, como apurámos. E ao que sabemos, não haverá detenções.
Populares contaram ao ’Litoralgarve’, que “antes de ser levada para o hospital numa ambulância do INEM, a mulher teve de ser metida numa manta térmica, no catamarã, por motivos de segurança e para não dar nas vistas”. Isto, enquanto “a ponte levadiça da Marina de Lagos acabou por ficar levantada durante algum tempo, impedindo a circulação de pessoas, para evitar confusões no local”
“Antes de ser levada para o hospital numa ambulância do INEM, a mulher teve de ser metida numa manta térmica, no catamarã, por motivos de segurança e para não dar nas vistas, ao mesmo tempo que a ponte levadiça da Marina de Lagos acabou por ficar levantada durante algum tempo, impedindo a circulação de pessoas, para evitar confusões no local”, contaram, ao ‘Litoralgarve’ populares.
O catamarã atracou na Marina de Lagos por ser aquela que se encontra mais perto, após o sucedido ao largo do Algarve. As autoridades marítimas, como referimos, estão a averiguar o que, em concreto, se passou. O nosso Jornal está a tentar obter mais informação.
(Em actualização)










