Oitenta incêndios em mato e 29 falsos alarmes registados no espaço de quinze dias no Algarve

De 21 a 25 de Maio e de 26 de Maio até 04 de Junho, o Comando Regional do Algarve da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil registou um total de 109 ocorrências, mobilizando 2.591 operacionais, 693 viaturas e 57 missões a envolver meios aéreos. Houve 80 incêndios em mato, em 13 concelhos, e 29 falsos alarmes em doze.

José Manuel Oliveira

Nos períodos das 00h00 do dia 21 de Maio até às 23h59m. de 25 de Maio de 2026 (com Nível 1), e das 00h00 de 26 de Maio às 23h.59m. do dia 04 de Junho (Nível 2), o Comando Regional do Algarve da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil registou um total de 109 ocorrências, que mobilizou 2.591 operacionais, 693 veículos e 57 missões com meios aéreos, em ações de perigo de incêndio rural.

Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Olhão, Portimão, Silves, Tavira e Vila do Bispo foram os concelhos atingidos por incêndios em mato

De acordo com o comunicado de imprensa nº. 31/2026, elaborado no Comando Regional de Emergência e Proteção Civil do Algarve, liderado pelo comandante Vítor Vaz Pinto, em Loulé, referente ao Estado de Prontidão Especial, do Sistema de Operações de Proteção de Socorro, para o Dispositivo Especial de Combate a Incêndios, em dois níveis distintos (1 e 2), foram registados 80 “incêndios em mato” nos concelhos de Albufeira, Alcoutim, Aljezur, Castro Marim, Faro, Lagoa, Lagos, Loulé, Olhão, Portimão, Silves, Tavira e Vila do Bispo.

E nos municípios de Faro, Olhão, Silves, Loulé, Lagoa, Vila do Bispo, Aljezur, Portimão, Lagos, Albufeira, Tavira e São Brás de Alportel houve falsos alarmes

Por outro lado, houve 29 “falsos alarmes” em 12 concelhos desta região do sul do país – Faro, Olhão, Silves, Loulé, Lagoa, Vila do Bispo, Aljezur, Portimão, Lagos, Albufeira, Tavira e São Brás de Alportel.

Não foram registados “incêndios em povoamento”, segundo o comunicado.

Onze entidades envolvidas nas operações de protecção e socorro

As entidades envolvidas nos dispositivos foram as seguintes: Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, Autoridade Marítima Nacional, Corpos de Bombeiros, Guarda Nacional Republicana, Polícia de Segurança Pública, Polícia Judiciária, Serviço Municipal de Proteção Civil, Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, Serviço Especial de Proteção Civil, Concessionária da Via do Infante (A22) e Distribuição de Energia Eléctrica – E-Redes. Ou seja, um total de onze organismos.