O Jardim das Artes e das Letras está de volta para a sua edição de 2026 e terá lugar no Parque da Cidade.
Este ano, a programação centra-se em dois artistas, cuja obra a organização pretende explorar e promover: Manuel Alvess e Adília Lopes.
O programa divide-se em dois momentos. O primeiro é destinado às crianças mais pequenas (alunos do ensino pré-escolar e do primeiro ciclo) de Viseu, e decorrerá no âmbito das Celebrações do Dia Mundial da Criança, nos dias 01 e 02 de junho.
O segundo momento terá lugar entre 25 de junho a 5 de julho, sendo que a programação completa será revelada no dia 15 de junho.
JAL – momento I – Celebrações do Dia Mundial da Criança
Teatro | concertos | oficinas | contadores de histórias | com a participação especial das Giraffes
JAL | momento I > é uma criação da Pausa Possível, em coorganização com a Junta de Freguesia de Viseu. Inicialmente previsto para um único dia (01 de jun.) com atividades para 600 participantes, o sucesso antecipado motivou a Freguesia de Viseu a juntar-se a este projeto, permitindo a extensão para dois dias (1 e 2 de jun.) e o aumento da oferta para 112 atividades artísticas e de leitura. Assim, serão envolvidas 1.200 crianças de 49 turmas de várias escolas de Viseu.
A colaboração entre as instituições envolvidas traduz-se num compromisso sólido e estruturado para a promoção de uma experiência cultural que se quer simultaneamente inclusiva e de qualidade.
O projeto articula-se na construção de um espaço onde a arte e a literatura se afirmam como vetores essenciais da socialização e da formação crítica das crianças.
O programa oferece nove estações distintas de atividades, 4 dedicadas à narração de histórias, 4 dedicadas a oficinas que abordam temas como a poesia, imaginação e civilidade, além de um palco situado sobre o fontanário do parque que acolherá concertos e peça de teatro.
Esta diversidade evidencia uma aposta programática que conjuga diferentes formas de intervenção pedagógica artística e cultural, potenciado pelos múltiplos espaços para a experiência e envolvimento ativo do público infantil.
Mais do que uma programação orientada estritamente para o lazer, esta iniciativa representa a tentativa de concretização de um direito fundamental: o acesso das crianças à participação e fruição ativa das práticas artísticas e culturais. Neste sentido, a proposta afirma-se como um território de resistência perante as tendências geopolíticas atuais, sublinhando a importância de tornar a cultura acessível física e intelectualmente desde a infância, uma etapa decisiva na construção do sujeito enquanto cidadão informado e livre.
TEATRO | Criação/estreia para JAL | Pó-de-Pedra, Pode Pedra
Sinopse:
Foi assim que começou. Quando parecia ter acabado. Fixei o chão e sem pestanejar apercebo-me de um pedaço de terra molhada que não me parecia ficar bem ali. Apanhei o pedaço de terra com as duas mãos e, sem saber muito bem porquê, guardei-o nos bolsos e decidi dar um passeio. Só pararia quando soubesse onde queria chegar. Talvez até um lugar onde esta terra encaixasse. Ou onde eu encaixasse. Caminhei até à casa de um vizinho, bati à porta, e, como não me atendeu, fiquei ali, parada, a olhar para um retângulo perfeito, desenhado no lugar de um tapete que alguém removeu. Sem saber muito bem porquê, aprofundei o recorte do tapete na terra batida e troquei a terra molhada que trazia nos bolsos por terra seca. Enchi de novo os dois bolsos e parti como se tivesse deixado uma mensagem. Nunca mais parei. Passo os dias a mudar o mundo de lugar.
“Pó-de-Pedra, Pode Pedra” é um espetáculo-percurso onde, em conjunto com os espectadores vamos construindo o mundo inteira à medida que o vamos descobrindo porque nos passeamos por ele, trocando cimento por argila trocada por azulejos trocados por cristal trocado por porcelana trocada por chá trocado por algodão trocado por café trocado por especiarias trocadas por âmbar trocado por resina trocada por mel trocado por cana trocada por açúcar trocado por óleo de palma trocado por sementes trocadas por raízes trocadas por lava, trocada por carvão trocado por basalto trocado por quartzo, trocado por mármore, trocado por granito, trocado por trocado por trocado por. Um dia o mundo estará tão trocado que nos sentiremos em casa em qualquer parte.
Duração: 35 min aprox.
N.º de Sessões: 06
Data: 1 de junho
Local: Parque Aquilino Ribeiro: Palco fontanário
Público-alvo: Crianças do 1º ciclo
Autores: Texto Patrícia Portela | Cocriação com Natacha Campos
Notas biográficas:
Patrícia Portela (1974). Autora de performances e obras literárias, tem um mestrado em cenografia pela Faculdade de Utrecht e em Filosofia Contemporânea pelo Instituto Internacional de Filosofia de Leuven. Estudou cinema e dança contemporânea. Viveu em Macau, Utrecht, Helsínquia, Ebeltoft, Berlim, Antuérpia (durante quase duas décadas), Viseu e Lisboa. É reconhecida “pela peculiaridade da sua obra” que itinera pelo mundo, e recebeu por ela vários prémios das quais destaca o Prémio Madalena Azeredo de Perdigão/FCG para os espetáculos Flatland I (2004) e Wasteband (menção honrosa em 2003). Foi Finalista do Primeiro Prémio Multimédia Sonae/MNACC em 2015 com Parasomnia, Finalista do Prémio de Grande Romance e Novela APE de 2013 com Banquete, e, mais recentemente, finalista do Prémio Correntes d’Escritas e Prémio Ciranda 2022 com Hífen, um romance que Miguel Real, do JL, considerou de “histórico”. É autora de vários romances e novelas, cronista no JL desde 2017 e cronista na Antena 1 por 6 meses em 2019. Foi diretora artística do Teatro Viriato em Viseu durante a pandemia (2020-2022), e da Rua das Gaivotas 6, em Lisboa em 23 e 24.
Natacha Campos, (1997). Amadora. É afro-descendente de pais angolanos. Licenciou-se na Escola Superior de Dança em 2018, destacando o contacto com Jácome Filipe, Maria Ramos, Madalena Vitorino e Pietro Romani. Frequentou a Performact em Torres Vedras de 2018 a 2020, cruzando-se com Eddy Becquart, João Cardoso, Chloé Beilevaire, Ted Stoffer, Magalie Lanriot e Iñaki Azpillaga. Completou o curso de produção de espetáculos de Patrícia Reis. Atualmente termina o mestrado em artes cénicas na FCSH e completou o PACAP 8 no Fórum Dança, com curadoria de Meg Stuart e Ana Rocha. Como intérprete trabalhou com Beatriz Cantinho, Sofia Dia e Vítor Roriz, Rui Catalão, Cláudia Semedo, Joana Providência, Jo Castro. Estreou-se como curadora em “Ecossistema. danças, corpos” programa co-curado por Cláudia Galhós inserido na programação a Ordem do O nos Estúdios Vítor Córdon. Como criadora desenvolveu o Project THEFRUIT-na occidental title, o solo Other than you (2020), Faded (2019), Mechanical animal (2023), Íla (2023).
MÚSICA | CONCERTO / POESIA: Ouvir a Sorrir
Sinopse: Ao longo dos últimos seis anos, a pianista Joana Gama tem percorrido o país com a sua Trilogia da Natureza, um ciclo de três espetáculos, para os mais novos e para os adultos que os acompanham, que propõem um olhar artístico sobre as maravilhas do mundo natural que nos rodeiam. São eles: “As árvores não têm pernas para andar” (2020), “Pássaros & Cogumelos” (2022) e “E as flores?” (2025). Neste concerto, composto por algumas das peças que dão vida musical a esta trilogia, todas da autoria de João Godinho, a pianista espera que as melodias interpretadas no toy piano entrem em diálogo com os cantos dos pássaros, e que estes queiram, naturalmente, juntar-se à festa!
Duração: 35 min aprox.
N.º de Sessões: 06
Data: 2 de junho
Local: Parque Aquilino Ribeiro: Palco fontanário
Público-Alvo: Crianças do ensino pré-escolar
Nota biográfica: Joana Gama (Braga, 1983) é uma pianista portuguesa cujo trabalho tem vindo a ser desenvolvido na relação com diferentes formas de expressão artística. Nos últimos anos fez um concerto-ritual no MAC / CCB com a peça “Le fils des étoiles” de Erik Satie, compôs e interpretou a banda sonora do filme KORA, da realizadora Cláudia Varejão e criou “A intimidade de uma folha”, uma audiowalk para o Treetop Walk do Parque de Serralves, apresentada no BOIL Festival.
É autora e intérprete da Trilogia da Natureza, destinada aos mais novos (e aos adultos que os acompanham), composta por “As árvores não têm pernas para andar” (2020), “Pássaros & Cogumelos” (2022) e “E as flores?” (2025). Com música original para toy piano de João Godinho, os espectáculos e os livros homónimos têm sido apresentados em diferentes contextos e territórios nacionais, da ilha do Corvo ao Festival de Sintra, do Naturcôa ao Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian.
Do seu percurso eclético faz ainda parte o doutoramento, que terminou em 2017, a co-curadoria do Festival Hans Otte: Sound of Sounds (2021 – 2022), o duo de piano e electrónica que mantém, desde 2014, com Luís Fernandes, no seio do qual já editaram seis álbuns, ou “A Grande Fantochada”, espectáculo da autoria de Hugo van der Ding.
Editado e estreado em Janeiro de 2026, no Festival Musical Utopias, em Haia, “a mind in the heart”, ciclo para piano composto por Ivan Vukosavljević, marca o regresso de Joana Gama à edição discográfica a solo.
TEATRO SILENCIOSO | GIRAFFES (ES) > Espetáculo sem palavras /música
Sinopse: Uma família de girafas anda perdida pela cidade, fascinada e confusa. Descobrem o mundo que as rodeia com olhos de quem tudo vê pela primeira vez. A sua curiosidade leva-as a aventuras cheias de delicadeza e momentos quase mágicos. É um convite à descoberta, para olhar o mundo com a ternura e a surpresa de uma girafa que encontra a civilização pela primeira vez.
Duração: 15 a 20’ aprox.
N.º de sessões: 4
Data: 2 de junho
Públicos-alvo – Intergeracional
Criação de: Xirriquiteula Teatre (ES)
Local: Rossio de Viseu e Parque Aquilino Ribeiro
Sobre o espetáculo:
– É um espetáculo para todos os públicos de pura poesia visual, sem palavras, pensado para acontecer no espaço público — aquele lugar onde as surpresas acontecem.
– Por onde passam, deixam uma marca de beleza e ternura. As crianças ficam maravilhadas, quase hipnotizadas pela proximidade destas criaturas altas e curiosas, que brincam delicadamente com quem as observa e faz parte da festa.
– É um espetáculo que não precisa de palavras para tocar o coração. É um encontro com a poesia do movimento, com a elegância da simplicidade. As Giraffes são uma festa para todos os sentidos, abertas a todos, para sonhar no meio da cidade.
– As Giraffes viajaram pelo mundo, visitando lugares e festivais incríveis, levando espanto e sorrisos a crianças e adultos em países como França, Itália, Noruega, Singapura ou Coreia do Sul, entre muitos outros, tendo sido distinguido com vários prémios internacionais.
Criação coletiva de:
Escobar / Clàudia Abellan
Eduardo Varela / Julian Jabón
Dani Carreras / Marc Costa
Christian Olivé / Joan Calvete
Xavi Serra
Camilo Vernazza
Alberto Carreño
Xavier Tassies
Figurinos:
Iolanda Llansó
Gemma Gili
Montse Martínez
Produção – Xirriquiteula teatre (Barcelona, Espanha)
Atores – Ximena Escobar, Marc Costa, Christian Olivé
Músico – Camilo Vernazza
guarda roupa– Iolanda Llansó, Gemma Gili, Montse Martinez
Nota biográfica: O Xirriquiteula Teatre foi fundado em Badalona, Barcelona, em 1985. Ao longo destes anos tem criado e produzido espetáculos tanto para a rua como para teatro, sempre dirigidos ao público infantil. Cada projeto foi abordado de forma artesanal, cuidando dos mais pequenos detalhes para oferecer ao nosso público um teatro de qualidade. Rodeando-nos de talentosos colaboradores profissionais em cada espetáculo, desenvolvemos a maioria dos nossos projetos de forma coletiva. A equipa tem vários espetáculos galardoados com prémios internacionais.
OFICINA | Artes plásticas/Poesia/ambiente/pensamento: Vamos voar? Mais vale
Subtítulo: Criação de um móbil
Sinopse: Oficina onde o imaginário ganha asas, dando forma e cor a pássaros que habitam o desejo da criação. A proposta é transcender o simples cartão para transformá-lo num corpo alado, corpus que acolhe a vida através de elementos tirados do mundo natural, texturas que evocam a matérias e cores, utilizando materiais — cartolinas texturados, EVA, plumas, fios, flores, musgos e outras texturas.
Construamos um voo que nascerá das mãos de cada criança.
“Dois pássaros a voar, mais vale”.
Duração: 40/45 min aprox.
Sessões: 48
Data: 1 de junho, das 9h00 > 16h00, em várias estações
Público-Alvo: Crianças do 1º ciclo
Autor: “Vamos voar?” é uma cocriação de 4 artistas/designers/ilustradoras de Viseu para JAL. São estas:
Liliana Bernardo (1988) encontra na ilustração, na música e na natureza os fios condutores do seu percurso artístico. Crescida junto à Serra da Estrela, herdou dessa paisagem um olhar atento, leve e admirado sobre o mundo, que se reflete no seu trabalho criativo. Reside em Viseu desde 2015, onde tem desenvolvido colaborações com diversos projetos culturais, artísticos e institucionais. Ao longo do seu percurso, articula arte, património e território, destacando-se pela criação de ilustrações inspiradas na fauna regional e pela orientação de oficinas criativas com foco na natureza.
Mariana Pamplona (1986) nasceu no Brasil, e vive em Portugal desde 2022, escolhendo a aldeia de Silgueiros como refúgio criativo — um espaço onde a imaginação, a leveza e o encanto das descobertas são parte do quotidiano. Com mais de 20 anos de experiência e formação em design gráfico, desenvolvimento de produto e moda, transita entre o universo corporativo e artístico, criando experiências, narrativas e projetos em que a criatividade e sensibilidade caminham lado a lado. Durante 12 anos dedicou-se à mediação cultural, liderando atividades para crianças focadas na expressão artística, desenvolvimento pessoal e espírito de comunidade.
Paula Magalhães (1976), natural de Viseu, é artista visual, mestre em Fotografia e Conservação pelo Instituto Politécnico de Tomar, pós-graduada em Multimédia para Educação pela Universidade de Aveiro e licenciada em Educação Visual e Tecnológica pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu. Atualmente é Técnica Superior no Centro de Meios Audiovisuais da ESEV, onde também leciona fotografia, gravura e serigrafia. Desde 1996, desenvolve trabalho na área dos audiovisuais e multimédia na mesma instituição. Nos últimos anos, tem aprofundado investigação em processos fotográficos antigos e alternativos. É membro fundador do coletivo Caos.
Ana Verónica (1996), designer e ilustradora de Viseu, é mestre pela Universidade de Aveiro e vive onde o desenho se manifesta, desde o ecrã digital até à escala monumental do espaço público. A sua prática artística é um território de fusão, onde texturas tradicionais, como pastel de óleo, aguarela e recortes de papel, se combinam com ilustração digital. Essa assinatura visual ganha dimensão na arte urbana por meio de murais participativos, transformando a rua num laboratório de narrativa visual partilhada com escolas e comunidades. No âmbito editorial, dá forma a personagens sensíveis em livros como “Afinal os Super-heróis também sentem emoções”, “O Rapaz vestido de Cacto” e “A Menina que sentia Bolhas de Sabão”. Cruzando design, ilustração e educação, Ana Verónica dedica-se a oficinas que promovem o diálogo entre a identidade individual e o coletivo, mantendo a criatividade sempre viva.
OFICINA | Artes plásticas/Poesia/ambiente/pensamento: Poema – Pássaro? Mais vale
Subtítulo: oficina de stencil/estampagem
Sinopse: E se um pássaro pudesse, por um instante, voar por mundos moldados pela matéria sensível das formas, das cores e da imaginação? Nesta oficina, as crianças são convidadas a adentrar no território de um pássaro-poema, explorando a técnica do stencil e da estampagem como meio de criação.
Penas, asas, estrelas, flores, nuvens — elementos visuais que se tornam matéria plástica, suportes para composições singulares sobre t-shirts, onde o encontro entre forma e cor por certo revelará narrativas próprias. Cada participante construirá, assim, um poema visual, transformando um objeto simples numa experiência de vestuário que ultrapassa o mero uso, tornando-se campo de aventura e expressão.
Esta é uma experiência onde o fazer artístico se inscreve numa liberdade orientada, um espaço para a criação de imagens que, tal como os pássaros, ganham asas e voam para além do plano imediato.
Duração: 40/45 min aprox.
Sessões: 48
Data: 2 de junho, das 9h00 > 16h00, em várias estações
Público-Alvo: Crianças do ensino pré-escolar
Autoria: “Poema Pássaro? Mais Vale” é uma cocriação de 4 artistas/designers/ilustradoras de Viseu. São estas:
Liliana Bernardo (1988) encontra na ilustração, na música e na natureza os fios condutores do seu percurso artístico. Crescida junto à Serra da Estrela, herdou dessa paisagem um olhar atento, leve e admirado sobre o mundo, que se reflete no seu trabalho criativo. Reside em Viseu desde 2015, onde tem desenvolvido colaborações com diversos projetos culturais, artísticos e institucionais. Ao longo do seu percurso, articula arte, património e território, destacando-se pela criação de ilustrações inspiradas na fauna regional e pela orientação de oficinas criativas com foco na natureza.
Mariana Pamplona (1986) nasceu no Brasil, e vive em Portugal desde 2022, escolhendo a aldeia de Silgueiros como refúgio criativo — um espaço onde a imaginação, a leveza e o encanto das descobertas são parte do quotidiano. Com mais de 20 anos de experiência e formação em design gráfico, desenvolvimento de produto e moda, transita entre o universo corporativo e artístico, criando experiências, narrativas e projetos em que a criatividade e sensibilidade caminham lado a lado. Durante 12 anos dedicou-se à mediação cultural, liderando atividades para crianças focadas na expressão artística, desenvolvimento pessoal e espírito de comunidade.
Paula Magalhães (1976), natural de Viseu, é artista visual, mestre em Fotografia e Conservação pelo Instituto Politécnico de Tomar, pós-graduada em Multimédia para Educação pela Universidade de Aveiro e licenciada em Educação Visual e Tecnológica pela Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viseu. Atualmente é Técnica Superior no Centro de Meios Audiovisuais da ESEV, onde também leciona fotografia, gravura e serigrafia. Desde 1996, desenvolve trabalho na área dos audiovisuais e multimédia na mesma instituição. Nos últimos anos, tem aprofundado investigação em processos fotográficos antigos e alternativos. É membro fundador do coletivo Caos.
Verónica Dias (1996), designer e ilustradora de Viseu, é mestre pela Universidade de Aveiro e vive onde o desenho se manifesta, desde o ecrã digital até à escala monumental do espaço público. A sua prática artística é um território de fusão, onde texturas tradicionais, como pastel de óleo, aguarela e recortes de papel, se combinam com ilustração digital. Essa assinatura visual ganha dimensão na arte urbana por meio de murais participativos, transformando a rua num laboratório de narrativa visual partilhada com escolas e comunidades. No âmbito editorial, dá forma a personagens sensíveis em livros como “Afinal os Super-heróis também sentem emoções”, “O Rapaz vestido de Cacto” e “A Menina que sentia Bolhas de Sabão”. Cruzando design, ilustração e educação, Ana Verónica dedica-se a oficinas que promovem o diálogo entre a identidade individual e o coletivo, mantendo a criatividade sempre viva.
CONTADORES DE HISTÓRIAS
Nome da Estação: Um livro, dois livros, três livros a voar! Quantas histórias vamos contar?
Numa sessão de leitura em voz alta com a livreira Sofia, rodeada de livros ilustrados, pop-up, mas sobretudo encantadores, vamos experienciar como estes nos podem emocionar, fazer rir e unir.
Duração: 30 min aprox.
Sessões: 12 sessões
Data: 01 e 02 de junho
Público-Alvo: crianças do ensino pré-escolar e do 1º ciclo
Nota Biográfica: Sofia Correia, de Coimbra, fundou a livraria Faz de Conto ainda não tinha 30 anos na sua cidade natal, depois de fazer uma viagem pela Europa e descobrir que do que falava com mais entusiasmo eram livros e as livrarias que visitava.
A Faz de Conto Livraria convida todos os apaixonados por histórias, ilustração e livros bonitos a visitar o seu espaço, em Coimbra.Pretendemos inspirar crianças e adultos, incentivando-os a subir a nossa escada e a olhar para dentro dos livros. A nossa missão é tornar o mundo melhor, uma história de cada vez.
CONTADORES DE HISTÓRIAS
Nome da Estação: Livros de Ahh! a Zzz…
Os livros abrem-nos a boca de espanto e fecham-nos os olhos num embalo. Puxam pelas gargalhadas e às vezes pela cabeça também. Levam-nos às cavalitas, a saltar de página em página, numa aventura que vai de A a Z. Quem quer brincar aos livros?
Duração: 30 min aprox.
Sessões: 12 sessões
Data: 01 e 02 de junho
Público-Alvo: crianças d o ensino pré-escolar e do 1º ciclo
Autoria: Rita Sineiro
Nota biográfica: Rita Sineiro nasceu no Porto num ano do Dragão. É licenciada em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Universidade do Porto e Pós-graduada em Livro Infantil pela Universidade Católica. Em 2015 cruzou-se, por feliz acaso, com a Animação de Leitura e desde então corre o país de uma ponta a outra com visitas de autora, Mediação de Leitura e Oficinas Criativas. É docente e formadora na área da animação leitora e LIJ. O seu livro álbum de estreia – Filas de Sonhos – está traduzido em vários países e venceu o Prémio Llibreter em Espanha e o Prémio António Torrado 2023, entre muitas outras nomeações na América Latina e Europa. Integra a Bolsa de Mediadores do Plano Nacional de Leitura e é voluntária e formadora na associação Nuvem Vitória.
CONTADORES DE HISTÓRIAS
Nome da Estação: Entre Árvores e Estórias
Sessões de histórias dinâmicas e participativas, pensadas para crianças, onde os livros se cruzam com o imaginário, o movimento, a música e a descoberta da natureza. Através da leitura em voz alta e da interação com o público, pretende-se criar momentos de escuta, criatividade e relação com o espaço envolvente.
Duração: 30 min aprox.
Sessões: 12 sessões
Data: 01 e 02 de junho
Público-Alvo: crianças d o ensino pré-escolar e do 1º ciclo
Autoria: Patanisca e Sardanisca
Nota biográfica: O meu nome é Patrícia (ou Patanisca) e sou mediadora de leitura e responsável pela livraria infantil Patanisca & Sardanisca. Desenvolvo sessões de histórias, oficinas criativas e projetos de promoção do livro e da leitura para crianças e famílias, privilegiando abordagens participativas, sensoriais e afetivas.
CONTADORES DE HISTÓRIAS
Nome da Estação: Aninhados na história
Voam as palavras que fazem a história, chilreando ternuras e aconchego. As histórias são colo e embalo, baloiço e brincadeira. São ninho, são asa e podem ser a tua casa.
Duração: 30 min aprox.
Sessões: 12 sessões
Data: 01 e 02 de junho
Público-Alvo: crianças d o ensino pré-escolar e do 1º ciclo
Autoria: Cláudia Sousa
Nota biográfica: O meu nome é Cláudia, sou licenciada em animação sócio-educativa e trabalho, desde 1999, em projetos e ações nas áreas da intervenção social, educação, desenvolvimento, cultura e arte, também com foco na diversidade funcional. Desenvolvo sessões de conto e leitura, oficinas e formações, para diferentes públicos, tanto no meu lugar de nascimento e residência, Viseu, como por todo o país. Colabora, desde 2013, com a A Escola da Noite e o Teatro da Cerca de São Bernardo, fazendo parte do grupo de artistas responsável pelos Sábados para a Infância. Entre outras coisas, desenvolve sessões de conto e leitura, oficinas e formações, para diferentes públicos, tanto no seu lugar de nascimento e residência, Viseu, como por todo o país. Como contadora/ mediadora do livro e promotora de leitura(s) participou em alguns festivais, dos quais destaca: Contamina (Maia), Contos de Avó (Vila Nova de Famalicão), Dias do Desassossego (Lisboa), Fiadeiro de Contos (Montalegre), Palavras Andarilhas (Beja), Palavras Mágicas (Lagos), Rio de Contos (Almada), Um porto de Contos (Porto) e Desobedoc, Educarte, Jardins Efémeros, Mescla, Outono Quente e Vai Não Vai, em Viseu.
JAL | ESTRUTURAS EM PERMANÊNCIA
O brincar e o crescer
Brincar é a coisa mais séria que uma criança faz. É no brincar que o mundo ganha sentido, que o pensamento cresce devagar, que a cabeça começa a inventar.
Quando a criança brinca, o cérebro desperta — começa a pensar, a criar, a resolver. O faz de conta não é só uma brincadeira, é a construção da linguagem, o treino do que ainda vai ser.
No brincar com os outros, aprende-se mais que regras. Aprende-se a partilhar, a escutar, a sentir o outro. É ali, no meio da troca e por vezes tensão, que a criança descobre o que é amizade, o que é o respeito.
Brincar também é mexer o corpo — correr, saltar, escalar. Cada movimento fortalece mais que músculos; fortalece a vontade de viver de forma livre e saudável.
Além disso, brincar é sentir. É libertar o que está dentro, o stress, o cansaço, o medo. Brincar ajuda a criança a ser feliz, a acreditar nela mesma, a encontrar o mundo seguro dentro de si.
Quando a criança escolhe brincar está a aprender a decidir, a explorar, a conhecer-se. É essa autonomia que vai carregar para sempre.
Brincar não é só diversão. É a raiz do crescer inteiro. É preciso dar-lhes tempo e espaço — tempo para serem crianças e espaço para serem livres.
É assim que nascem vidas com estrutura, vidas que voam.
1 – PLAYGROUND SENSORIAL/SIRCULOS
Brincar não é apenas brincar. É organizar o corpo. É ganhar confiança. É desenvolver autonomia. É preparar a criança para participar melhor em casa, na escola e na vida
Playground Sensorial/ Motor SIRCULOS é uma estrutura de atividade física pensada para desafiar a criança a trepar, equilibrar-se, agarrar, coordenar movimentos, planear ações, explorar o corpo no espaço e desenvolver competências fundamentais para o seu dia a dia. No dia da Mundial da Criança, a SIRCULOS leva até à comunidade um espaço dedicado ao desenvolvimento infantil através do movimento, da brincadeira e da exploração sensorial.
Data – 01 e 02 de junho
Público-Alvo – crianças dos 03 aos 16 anos
Autoria: Sandrina Sousa | Licenciada em terapia da fala e Mestre em educação especial, conta com cerca de 20 anos de experiência clínica, com intervenção em escolas, hospitais e unidades de cuidados continuados. Tem especialização em Motricidade Orofacial, formação em língua gestual portuguesa e processamento auditivo, coordenando uma equipa multidisciplinar dedicada ao desenvolvimento, reabilitação e bem-estar. fundadora e diretora clínica da SIRCULOS — Centro de Saúde Integrada.
Luana Melo | Licenciada pela Escola Superior de Saúde do Porto e especializada em integração sensorial ASI® de Ayres pela Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Coimbra. A sua intervenção centra-se no desenvolvimento infantil, Integração Sensorial, dificuldades de alimentação, desfralde, escrita e perturbações do neurodesenvolvimento. É terapeuta ocupacional na SIRCULOS.
2 – PARQUE DE ESCULTURAS /BICHOS EM MADEIRA
As esculturas de animais em madeira são muito mais do que simples objetos. São pontes que ligam as crianças ao mundo natural, despertando-lhes os sentidos e a imaginação.
Estas peças, que concebemos são simples pintadas com tintas naturais, e deixam espaço para o sonho e a criação. Não dizem o que devem ser, permitem que cada criança lhes dê vida, histórias e significados próprios. Além disso, a madeira tem a força e a estabilidade e ao mesmo tempo ajudam a desenvolver a coordenação e o cuidado. Brincar com animais em madeira é também um convite a olhar para fora, para o mundo dos outros seres com quem partilhamos a Terra, despertando empatia e curiosidade. Num tempo em que tanto nos afastamos do contacto físico, estas esculturas chegam como um abraço à infância, onde aprender é sentir, tocar e imaginar.
O parque é constituído por 14 esculturas, em madeiras diversas, esculpidas à mão e pintada com tintas naturais.
Data – 01 de junho até 05 julho
Público-Alvo – Crianças a partir dos 3 anos acompanhadas pelos educadores/tutores
Criação – Sandra Oliveira | Diretora artística dos JAL, VNBM e JE.
Produção – Geoff Godeau /cooperativa regenerar – Forniçô |S. Pedro de France
3 – CAMA POEMA, BARCO À VELA DE AREIA E CASINHA DA FLORESTA
Cama Poema, Barco à Vela de Areia e Casinha da Floresta são obras cuidadosamente concebidas, em diversas madeiras e pintadas com tintas naturais, que se propõem a ser espaços de brincadeira e imaginação para as crianças, inseridos em ambientes verdes.
Estas estruturas foram pensadas para fomentar o brincar autónomo, respeitando a liberdade da criança enquanto exploradora do seu próprio universo lúdico. Inseridas no parque, estas peças possibilitam uma relação intensa e direta com os espaços verdes, fundamental para o desenvolvimento integral dos mais novos.
A importância de brincar em espaços verdes está amplamente reconhecida pela investigação científica. O contacto com a natureza favorece não só o desenvolvimento cognitivo e motor, mas também o equilíbrio emocional das crianças, contribuindo para a redução do stress e para o aumento da criatividade e da atenção.
Quando associamos o brincar a materiais naturais, como a madeira e as tintas orgânicas, potenciamos ainda o envolvimento sensorial, permitindo às crianças uma experiência tátil que enriquece o seu processo de aprendizagem.
Data – 01 de junho até 05 julho
Público-Alvo – Crianças a partir dos 3 anos acompanhadas pelos educadores/tutores
Criação – Sandra Oliveira | Diretora artística dos JAL, VNBM e JE.
Produção – Geoff Godeau /cooperativa regenerar – Forniçô |S. Pedro de France
4 –ÁRVORE DAS NOTÍCIAS e CASAS ABRIGO | ESTAÇÕES
Árvore das notícias
Uma peça de madeira, pensada e esculpida com cuidado, instalada em volta de uma árvore, oferece um refúgio silencioso. Um espaço onde o descanso ultrapassa o físico e se torna mental, onde o simples sentar é uma pausa profunda para o encontro consigo mesmo e com a natureza. Ali encontra-se algo raro hoje: o prazer de ler um livro ou jornal impresso, sentir o papel sob os dedos, devagar, longe do ritmo acelerado e do barulho constante do digital. Num mundo invadido por informação rápida e infinitos estímulos, esta peça propõe uma pausa consciente, uma recuperação do valor da leitura calma.
A árvore que abraça essa peça é um símbolo vivo da conexão entre o homem e o mundo natural, um lembrete do que é sólido e efémero ao mesmo tempo. Aqui, as notícias ganham espaço para se tornarem conversa, para que se escute o silêncio, onde o toque e o cheiro recuperam seu lugar. Mais que um lugar para sentar, esta estrutura é um convite para apreciar a serenidade, a atenção plena e a conexão — presentes cada vez mais raros e preciosos.
Casa abrigo | Estações para estar no parque Aquilino Ribeiro
2 peças escultóricas com prumos em madeira, pintadas com tintas naturais, foram concebidas para oferecer abrigo e conforto nos dias de canícula. São espaços pensados para proteger do sol, convidando a sentar em família, reunir amigos, jogar jogos de tabuleiro, celebrar aniversários ou até acolher encontros de cientistas ou de artistas. Estas estruturas surgem enquanto equipamentos efémeros, que se integram com suavidade na paisagem do parque da cidade, trazendo sombra e frescura ao verão. Mais do que simples abrigo, são convites ao convívio e à criação, a momentos partilhados e a experiências que tornam a visita ao parque mais aprazível e cheia de vida. Criadas para responder aos desafios dos dias quentes, estas peças transformam o espaço público num lugar ainda mais humano, acolhedor e vibrante, onde a cidade e os seus habitantes se encontram em harmonia com a natureza.
Data – 01 de junho até 05 julho
Público-Alvo – Crianças a partir dos 3 anos acompanhadas pelos educadores/tutores
Criação – Sandra Oliveira | Diretora artística dos JAL, VNBM e JE.
Produção – Geoff Godeau /Cooperativa regenerar – Forniçô | S. Pedro de France
JARDIM DAS ARTES E DAS LETRAS
MOMENTO I – Celebrações do Dia Mundial da Criança
programa síntese
Teatro | Concertos | Oficinas | Contadores de histórias | Participação especial: GIRAFFES
Local: Parque Aquilino Ribeiro
Data: 01 e 02 de junho
Público-alvo: Alunos do ensino pré-escolar e do 1.ºciclo
Número de Participantes: 1200
Número de sessões: 112
Número de estruturas em permanência 6
Número de atividades que cada criança irá participar: 3 (1 peça de teatro/concerto, 1 oficina e um conjunto de histórias em 3 estações diferentes), num total de 3600 vagas. Poderão ainda brincar nos 2 equipamentos em permanência: Playground sensorial e nas estruturas em permanência (6).
Dia 01 de junho _ segunda feira
Destinatários: Crianças do 1.º ciclo das escolas de Viseu > 600 participantes
- Peça de teatro “Pó-de-Pedra, Pode Pedra”, uma criação de Patrícia Portela específica para JAL
- Oficina artística – Uma cocriação de Liliana Bernardo, Mariana Pamplona, Paula Magalhães e Verónica Dias para JAL
- Contadores de histórias – Pelas mediadoras da “Poets and Dragons”, da livraria Conimbricense “Faz de Conto”, Cláudia Sousa e Rita Sineiro
- Estruturas em permanência – 5 estruturas para atividades lúdicas
Horários:
- Período 1 | Manhã – 9h00 (receção das crianças) / 9h30 às 12h15 (atividades)
- Almoço – Sugerimos que as crianças façam piquenique no parque na companhia dos pais (a cargo das escolas 12h00-13h00)
- Período 2 | Tarde – 13h00 (receção das crianças) / 13h30 às 15h45 (atividades)
Dia 02 de junho _ terça feira
Destinatários: Alunos do ensino pré-escolar de Viseu
Todos os alunos inscritos participarão em quatro atividades/momentos:
- Giraffes – Teatro silencioso em espaço público/ animação de rua
- Concerto da pianista Joana Gama (para crianças dos 3 aos 6 anos)
- Oficina artística – Uma cocriação de Liliana Bernardo, Mariana Pamplona, Paula Magalhães e Verónica Dias para JAL
- Contadores de histórias – Pelas mediadoras da “Poets and Dragons”, da livraria Conimbricense “Faz de Conto”, Cláudia Sousa e Rita Sineiro
- Estruturas em permanência – 5 estruturas para atividades lúdicas
Horários:
- Período 1 | Manhã – 9h00 (receção das crianças) / 9h30 às 12h15 (atividades)
- Almoço – Sugerimos que as crianças façam piquenique no parque na companhia dos pais (a cargo das escolas 12h00-13h00)
- Período 2 | Tarde – 13h00 (receção das crianças) / 13h30 às 15h45 (atividades
JAL – Momento I: Quem faz acontecer?
Direção artística e coordenação – Sandra Oliveira
Direção de produção – Ana Sampaio e Fernanda Almeida
Produção – Caty Cardoso, Rita Bártolo e Roberto P.
Acessibilidade – Caty Cardoso
Apoio à produção – Marcos Santo, Jonas Barra, Ana Sousa e Luana Amaral
Palcos, som e luz – Pro Events, S.A.
Comunicação – Sandra Oliveira e Carolina Vicente
Redes sociais – Carolina Vicente
Design Gráfico – Bruno Lamelas (Celeuma) e Sandra Oliveira
Website – Bruno Lamelas (Celeuma) e Diogo Pereira (Takemedia)
Vídeo – Hugo Crash
Fotografia – Pedro Vieira e Hugo Pereira
Carpintaria – Geoff Godeau, Zigue Zague,.Lda
Eletricidade – João Gomes
Transportes logística | Freguesia de Viseu e Zigue Zague, Lda,
Driver – Rodrigo Sousa
Criação: Pausa Possível
Organização: Pausa Possível com a Freguesia de Viseu
Agradecimentos: Àquela pessoa que nunca baixa os olhos diante do impossível, fica aqui o nosso reconhecimento a Nuno Bico, pela visão descomplicada, mas firme, de garantir às gentes de Viseu uma cultura livre e se ergue na defesa da liberdade. Pela coragem de acreditar que, se pode construir algo melhor. À equipa da Freguesia de Viseu, um abraço de gratidão, pelo apoio que tornou possível não só fazer mais, mas fazer melhor.
Dois pássaros a voar
Mais vale










