Município de Silves, apresenta várias iniciativas de entrada livre, no Teatro Mascarenhas Gregório

Para assinalar o Dia Mundial do Teatro, que se comemora a 27 de março, o Município de Silves, apresenta várias iniciativas de entrada livre, no Teatro Mascarenhas Gregório.

A importância desta arte é reconhecida e destacada pela Presidente da Câmara Municipal de Silves, Rosa Palma, que considera que a «cultura é um dos núcleos da política de desenvolvimento do concelho de Silves».

O teatro espera por si!

Conheça a programação que reservamos para si:

26 Março 2022

“Sexta – feira 13”

Companhia: Ao Luar Teatro

Local: Teatro Mascarenhas Gregório

Hora: 21h00

Público-alvo: público em geral

Sinopse

Pedro e Cristina convidam um casal amigo para jantar. Mas a mulher chega sozinha, desfeita. Acaba de saber que o avião onde vinha o seu marido se despenhou no mar. Acompanhando as notícias com a potencial viúva para saber se o seu marido faz ou não parte dos sobreviventes, o casal recebe a notícia de que foi o grande e único vencedor do jackpot do Euro milhões de sexta-feira 13. Mas têm de esconder a sua euforia. É de prever um sem número de reviravoltas durante este tão movimentado serão…

Esta comédia de sucesso já foi representada em teatros de todo mundo: Paris, Avignon, Madrid, New-York, Los Angeles, Miami…

27 Março 2022

“O Rei e a Sereia”

Companhia: Teatro Análise de Loulé

Local: Teatro Mascarenhas Gregório

Hora: 15h00

Público-alvo: Teatro Infantil

Sinopse

Num Reino muito distante como outros já retratados em muitas peças ao longo dos tempos, vivia um Rei a quem o habituaram a pensar que como homem poderoso que era, tinha ainda a vantagem de ser dono da Terra e dos Mares, coisa que ninguém jamais ouvira falar. O tal Rei que vivia numa tristeza profunda, pois jamais encontrara a companheira ideal para com ele governar tão grande Reino, descobriu uma certa manhã à beira mar, um ser bem estranho, nada mais nada menos do que uma Sereia, por quem se apaixonou de imediato. Na mesma manhã também uma estrela-do-mar foi trazida pela maré até junto do palácio real onde conheceu tão ilustre personagem real tentando ajudar a solucionar tão intrigado problema amoroso. Chamada a Conselheira do Reino e um Adivinho de saberes inconfessáveis, os mesmos tentaram igualmente trazer à luz do dia a solução para a concretização do amor deste Rei por uma Sereia do fundo dos Oceanos. Mas dentro desta história caberá ainda o Pirata da Perna de Pau e um pássaro de asas cortadas que habita há centenas de anos numa gaiola, longe da liberdade com que sempre sonhou.

27 Março 2022

“Aqueles Tristes Dias”

Companhia: Teatro Análise de Loulé

Local: Teatro Mascarenhas Gregório

Hora: 21h00

Público-alvo: público em geral

Sinopse

Esta peça retrata o nosso Portugal em finais da década de quarenta. Mais precisamente na aldeia do Sol Postinho. Aleixo ainda deambulava pelas feiras declamando aqui e ali as suas quadras que eram sempre muito admiradas por onde quer que passasse. Na aldeia do Sol Postinho residia uma família cujos problemas de vida eram semelhantes a tantos portugueses espalhados do Algarve ao Minho. Assim, Rosa Maria, uma das personagens desta história passada em muitos dias tristes dessa época, pretende obter o diploma da 4ª classe para poder ajudar a sua pobre mãe que nunca deixa de frisar que é analfabeta porque teve de cuidar de três irmãos, em virtude dos pais trabalharem de sol a sol para ganhar uns míseros escudos com que alimentavam a família. Rosa Maria consegue obter o diploma da 4ª classe o que a leva até Lisboa como serviçal de uma família abastada. Mas ali, estava destinada a que os seus dias passassem a ser ainda mais amargos. Durante o desenrolar da história, a prostituição obrigada, a guerra colonial, a prisão do Tarrafal, a censura e um sem número de situações que levaram milhões de portugueses a deixar a sua pátria a troco de sacrifícios inimagináveis, levam a que cada um de nós lhe venha à memória algo escutado muitas vezes a vários familiares que passaram por Aqueles…tristes dias. Mas quem sabe… se à aldeia do Sol Postinho outros poentes e amanheceres não virão a ser de alegria…

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