Sociedade

ESTA É A EVOLUÇÃO DO NOVO CORONAVÍRUS COVID-19 A NÍVEL NACIONAL E NO ALGARVE – DIA 11 DE JUNHO DE 2020

O boletim epidemiológico da Direção-Geral da Saúde revela, no dia 11 de Junho de 2020, que o novo coronavírus Covid-19 está a evoluir em Portugal da seguinte forma:

– Número total de casos confirmados acumulados – 35.910  (mais 310 do que no dia 10 de Junho de 2020.)

– Número total de recuperados – 22.002  (mais 260do que no dia 10 de Junho de 2020)

– Número total de internados – 415  (menos 02 do que no dia 10 de Junho de 2020)

70 em Unidades de Cuidados Intensivos  (o mesmo número do dia 10 de Junho de 2020)

– Número total de casos suspeitos acumulados desde 01/01/2020 – 345.495  (mais 1.278 do que no dia 10 de Junho de 2020). Do total dos casos suspeitos, 308.023 não se confirmaram  (mais 1.130 do que no dia 10 de Junho de 2020).

Entretanto, 1.562 pessoas  (menos 162 do que no dia 10 de Junho de 2020) aguardam os resultados laboratoriais aos testes efetuados, ao mesmo tempo que 30.615  (mais 217 do que no dia 10 de Junho de 2020) estão sob vigilância pelas autoridades de saúde.

– Número total de óbitos – 1.504   (mais 07 do que no dia 10 de Junho de 2020)

A região Norte já atingiu 17.007 casos de infeção confirmados acumulados  (mais 19 do que no dia 10/06/2020) e 810 óbitos  (mais 01 do que no dia 10/06/2020).

Segue-se a região de Lisboa e Vale do Tejo que contabiliza agora 14.161 casos acumulados  (mais 283 do que a 10/06/2020) e 417 mortes (mais 05 do que a 10/06/2020). Continua a ser o epicentro da pandemia no nosso país.

A região Centro tem 3.841 casos acumulados (mais 04 do que no dia 10/06/2020) e 246 falecimentos (mais 01 do que no dia 10/06/2020).

O Alentejo conta com 277 casos de infeção acumulados  (mais 03 do que no dia 10/06/2020) e um óbito (sem alteração)

Na Região dos Açores estão registados agora 143 casos de infeção acumulados  (mais 01 do que no dia 10/06/2020) e 15 óbitos (sem alteração). Já na Madeira mantêm-se 90 casos de infeção acumulados (desde 07/05/2020) e nenhum óbito até ao momento.

ALGARVE

Direção-Geral da Saúde mantém 391 casos de infeção acumulados

É 391 o número total de casos de infeção confirmados acumulados no Algarve, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde no dia 11 de Junho de 2020. Ou seja, pelo menos oficialmente não se registam alterações nesta região a esse nível.

15 óbitos no Algarve – refere a Direção-Geral da Saúde; 16 falecimentos – indicam as autoridades regionais desde 05/06/2020

Também no seu relatório diário, a 11/06/2020, a Direção-Geral da Saúde mantém a indicação de um total de 15 óbitos no Algarve, desde o início da pandemia. Já a Delegada de Saúde Regional, recorde-se, aponta 16 falecimentos desde o dia 06/06/2020, número que, de resto, o Litoralgarve já destacou em diversas ocasiões. O aumento para mais um óbito no Algarve resulta da morte de um cidadão sexagenário, de nacionalidade espanhola, no Hospital de Portimão, informação que divulgámos na altura. A justificação para não estar incluído na estatística apresentada pela Direção-Geral da Saúde deve-se ao facto de o falecido ser um cidadão estrangeiro, de acordo com a explicação oficial dada aos jornalistas.

Os óbitos conhecidos no Algarve são:

– 2 em Portimão

 O mais recente caso, recorde-se, é um cidadão de nacionalidade espanhola, com “68/69 anos”, segundo apurou o Litoralgarve, que residia no concelho de Portimão. O indivíduo, com diversos problemas de saúde, incluindo Covid-19, esteve internado durante várias semanas, conseguiu recuperar do novo coronavírus, após o que obteve alta hospitalar. Já em casa, sofreu um AVC, tendo sido novamente internado no Hospital de Portimão, onde acabou por falecer. A nível regional, está registado como sendo a mais recente vítima da pandemia nesta região do Sul do país.

 – 1 em Quarteira, no concelho de Loulé

–  5 em Boliqueime, no concelho de Loulé

 – 1 no concelho de São Brás de Alportel

–  2 em Vila Real de Santo António

 – 2 no concelho de Albufeira

–  2 no concelho de Lagoa

Concelhos de Loulé e Albufeira continuam com mais recuperações na região algarvia

Casos de recuperação conhecidos:

– 77 no concelho de Loulé

– 63 no concelho de Albufeira

– 48 no concelho de Faro

– 37 no concelho de Portimão, informa a Câmara Municipal

 -26 no concelho de Tavira

– 14 no concelho de Vila Real de Santo António

16 no concelho de Silves

– 13 no concelho de Olhão

– 07 no concelho de Lagoa

– 04 em Lagos

– 02 no concelho de Castro Marim

– 01 no concelho de Monchique

– 02 no concelho de São Brás de Alportel

14 pessoas estão sob vigilância pelas autoridades de saúde em Lagos

De acordo com informações recolhidas, ascende a 101 o número de casos de infeção acumulados no concelho de Loulé, desde o início desta pandemia. Albufeira aparece a seguir com 81 casos. Faro (58), Tavira (34) e Silves (20) continuam nas posições seguintes, enquanto que Vila Real de Santo António mantém o registo de 17 casos de infeção confirmados acumulados e Olhão 14. No concelho de Lagoa são apontados 11 casos de infeção. E no concelho de Portimão, como indica a Câmara Municipal, há 07 casos ativos confirmados e 37 recuperados.

O concelho de Castro Marim tem recuperados os 02 casos de infeção que se registavam no concelho. Em Lagos, também já não existem casos ativos, estando recuperados os 04 doentes registados, além de haver 14 pessoas em vigilância pelas autoridades de saúde, revelou ao Litoralgave o presidente do executivo camarário, Hugo Pereira. O concelho de São Brás de Alportel surge com 03 casos de infeção acumulados, dois deles já dados como recuperados. No concelho de Monchique também está recuperado o único caso de infeção que existia. Aljezur, Vila do Bispo e Alcoutim são os únicos concelhos algarvios, segundo dados oficiais, sem registo de qualquer caso deste coronavírus.

Recorde-se que o Boletim Epidemiológico diário da Direção-Geral da Saúde indica, apenas, o “total de notificações clínicas no sistema SINAVE, correspondente a 91 por cento dos casos confirmados.” E quando os casos confirmados são “inferiores a três, por motivos de confidencialidade, os dados não são apresentados”. Daí poder existir discrepância entre números divulgados.

Autor: José Manuel Oliveira

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